sábado, 7 de dezembro de 2019

Um Ciclo do Wu Xing

Estava Li estudando os elementos como um bom estudante chinês. Oras, é de um conhecimento mais comum no oriente de que as crenças espirituais são construídas em cima de cinco elementos. Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água. E como acontece na filosofia ocidental a coisa é cíclica. Então a madeira alimenta o fogo. As cinzas do fogo fazem a terra. A terra ajunta o metal. O metal coleta a água. A água alimenta a madeira.

Pois bem, Li resolveu dar uma nadada pra entender esse bagulho melhor. Já tava ali na praia mesmo, roupinha de banho, talvez fosse ali que ele fosse ter uma das maiores lições do Wu Xing que ele teria em sua vida. O futuro é incerto, talvez Li terá uma melhor, mas certamente, por enquanto essa seria um tanto quanto impactante.

Mergulhar na água do mar certamente faria ele entender um dos elementos, então ele mergulhou e não entendeu nada. Pensou - "Era de se esperar que eu não entenderia nada com um mergulho apenas." - E obviamente deu uma série de outros mergulhos. Aparentemente sem sucesso.

sábado, 30 de novembro de 2019

O Tavernaverso

Essa coisa de multiverso é muito bacana, pode até ser que não exista no mundo real pra gente ficar pipocando entre dimensões.



Mas se no mundo real não pode, então porque a gente não faz no mundo imaginário mesmo?

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Em Defesa do Lúdico

Humanos são criaturas um tanto quanto imprevisíveis, mas, em média, a maior parte de seus atos são extremamente racionais e baseados em demanda. Uma pessoa geralmente faz A esperando receber B. Dificilmente esse não é o caso, tipo eu escrevendo nesse blog, eu estou fazendo A, e honestamente não sei se vou receber algo por isso. Talvez minha própria gratificação pessoal, se é que isso serve pra alguma coisa.

E aprender não é muito diferente. Geralmente aprendemos melhor quando há alguma razão para tal. O mais curioso e que raramente essa razão é meramente financeira, visto que a taxa de evasão em qualquer faculdade é absurda. O que exatamente falta então? Posso ser pretensioso mas pretendo responder essa questão de uma forma bastante simples e direta.

O que falta e o Lúdico.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Dá o Play Macaco #69 - Don't Starve Together

Tem alguns artistas que parecem gostar bastante daquele estilo do Tim Burton de fazer as coisas.


Esse jogo aqui por exemplo parece que foi feito pelo próprio, e talvez até tenha sido feito, mas não é nisso que eu to interessado. Até pq eu não sou muito fã desse tipo de arte.

Maaaaaaaaaaaaas...

terça-feira, 12 de novembro de 2019

O Mestre de Bonecos

Alex era um criador de bonecos. Não, ele não trabalhava em uma fábrica da Estrela. Ele fazia bonecos artesanais do tipo que se faz com calma, com paciência, e com muito tempo disponivel, mas obviamente é um trabalho onde ele é talvez, melhor remunerado. Não sei dizer, não to na pele do Alex apesar de estar escrevendo essa estória.

O lance é que ele fazia bonecos que seriam usados como marionetes. Após terminar um boneco ele certamente brincava amarrando os fios nos seus próprios dedos e fazendo suas próprias estórias com marionetes, e naturalmente acabou se tornando até relativamente bom, o suficiente para unir o seu ofício inicial de criação de bonecos com um novo ofício que tinha super a ver, que era ser artesão de bonecos. A parte boa é que cortava custos porque ele não precisava comprar os bonecos. Fazia os seus próprios e depois amarrava os barbantes e os manipulava como bem queria.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

E então? O que a gente faz?

- E então? O que a gente faz?
- Eu não sei, eu gostaria de ter a resposta pras coisas mas não é tão simples.
- Como assim não é tão simples? É só me deixar sair.
- Eu não posso deixar sair algo que nem é real
- Você ta dizendo que eu não sou real? Eu sou mais real que muita coisa por aí.
- Não tem como você ser real, senão você estaria aqui bem antes.
- É só você mesmo sentir. Você mesmo já não se aguenta mais.
- E você aguentaria?
- Eu honestamente não sei, mas pelo menos podia aliviar sua pressão.
- A sua mera existência já me causa pressão o suficiente.
- Então você admite que eu sou real?
- Eu não sei!
- Claro que sabe! Só não quer admitir!
- De forma alguma. Você vai causar muito impacto
- Quem vai causar é você que está se comportando como uma bomba relógio.
- Não! Eu não vou explodir!
- Vai! E digo mais, não parece uma bomba relógio, parece mais uma panela de pressão no fogo.
- E você pelo visto só vai aumentar a pressão né?
- Eu não preciso fazer isso porque você mesmo já faz!
- O risco de aliviar a pressão é muito grande.
- Aliviar a pressão é pior do que estourar?
- Nesse caso é porque não tem como aliviar a pressão sem causar dano
- Nós dois sabemos o que está em jogo
- E é por isso que eu preciso virá-lo.
- E você tem alguma idéia de como fazer isso?
- Não. Você sempre volta.
- Você sabe como me deixar ir.
- Nem pensar.

...

- E então? O que a gente faz?

domingo, 27 de outubro de 2019

Aether e Rethea #9

Aether estava fazendo um show de stand-up comedy sob a alcunha de Heitor. Na verdade ele se perguntava o que se passava na cabeça do diretor da agência pra mandar um cara que tá mais acostumado com tiro porrada e bomba para um show de stand-up, mas talvez ele não esteja tão enferrujado assim para aprender algum truque novo. Para sua felicidade ele não precisou confeccionar o texto, o que geralmente é a parte mais difícil, mas ele certamente teria que estudar pra entender como encaixar a voz dar a graça as piadas descritas ali.

Um trabalho que ele descobriu ser muito mais difícil do que aparentava porque quando ele foi contar pra algumas outras pessoas, foi um fiasco. O senso de humor de Aether está longe de ser uma coisa boa, apesar das pessoas conseguirem rir facilmente da cara dele. Só que cara apenas não basta nesse tipo de show, porque a arte está nas piadas que o artista coloca ao público.

sábado, 26 de outubro de 2019

Pensando Sobre Matemática #76 - Geometria Analítica

Ahá! Vamos voltar a escrever algumas coisas sobre as quais eu sabia escrever nesse blog. Hoje eu to afim de falar de Geometria.


A imagem é provavelmente meramente ilustrativa porque eu provavelmente vou ficar escrevendo expressões com o nosso querido MathJax

sábado, 19 de outubro de 2019

Polêmica #77 - A Farsa dos Eixos Políticos e Econômicos

Acho que todo mundo já viu uma figura pelo menos parecida com essa na vida

Political Compass yellow LibRight

Pois é, eu também já vi muito, e eu costumava a acreditar que eram duas coisas que não se misturam, mas eu acho que eu me enganei.


segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Piscina No Happy Hour

Joaquim estava usando roupas sociais, mas era happy hour, então ele já tirou a gravata porque ele já não aguentava aquela coisa mesmo. Engavetou umas loiras pq ele curtia beber muito umas cervejinhas, ainda mais na hora de dose dupla e finalmente se sentiu pronto a fazer uma coisa que nenhuma das outras pessoas ali provavelmente faria. Dar um mergulho na piscina.

Ele foi, tomou distância, se preparou, respirou fundo, pensou até no tipo de mergulho que ia dar. Uma bomba podia molhar a galera; um mortal seria muita exibição e ele ia acabar se passando pelo chato que extrapola no rolé, então aquele classicão de cabeça estilo nadador parecia ser o mais ideal. Seus colegas de trabalho fizeram "ooooooh" antes do mesmo do mergulho ser executa e então ele foi, correu, pulou, mergulho de cabeça e o mais importante, não bateu.

domingo, 6 de outubro de 2019

Inktober #1 - O Gibão de Peles de Wanessa

- Eu resolvi fazer o inktober!
- Mas pera o inktober é só pra desenhista!
- Então eu vou desenhar!

Sim eu resolvi fazer o inktober, e apesar de ter começado atrasado eu vou tentar recuperar, ou estender até Novembro pra fazer todos os dias. Minhas ilustrações serão baseadas no meu desafio dos 30 dias de RPG que eu fiz recentemente, seguindo então o primeiro dia

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Dá o Play Macaco #68 - Celeste

Vaaaaaamos tentar retomar esse blog. O desafio dos 30 dias de RPG deu um gás legal e eu honestamente não quero perdê-lo. Além da necessidade de fazer o inktober, apesar de eu não saber desenhar, eu vou começar falando sobre uma coisa que eu não faço a muito tempo que é jogar um jogo single player.


O nome do jogo como indicado no título e da imagem, é Celeste. E é sobre ele que eu vou falar hoje um pouquinho.

Gestão da Segurança da Informação #6 - Fim

Bom, a maioria não sabe, mas eu estou agora lendo um livro quase que completamente diferente da vida ficcional desse blog. Escrito por Marcos Sêmola, cujo currículo extenso pode ser achado quase que publicamente temos


Ok, ok eu sei que eu atrasei, a causa não foi boa mas vamos lá que eu ainda tô vivo, bora pro final da experiência de ler esse livro.

domingo, 29 de setembro de 2019

Gestão da Segurança da Informação #5 - Emersão

Bom, a maioria não sabe, mas eu estou agora lendo um livro quase que completamente diferente da vida ficcional desse blog. Escrito por Marcos Sêmola, cujo currículo extenso pode ser achado quase que publicamente temos


Terminei o capítulo 6, kct! To me sentindo um Security Officer já. Falta pouco pra cruzar a linha de chegada porque eu já terminei o capítulo 8 também já que esse e o 9 são bem curtinhos, amanhã ou depois de amanhã eu acho que eu encerro o livro. E faço um apanhado geral de tudo o que tem de bacana.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Gestão da Segurança da Informação #4 - Emergindo

Bom, a maioria não sabe, mas eu estou agora lendo um livro quase que completamente diferente da vida ficcional desse blog. Escrito por Marcos Sêmola, cujo currículo extenso pode ser achado quase que publicamente temos


Segura mais um pouco que estamos quase lá. Até agora não falei nada de interessante que vocês queriam, só a minha experiência enquanto leitor de um tipo de livro que eu nunca havia lido até então.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Gestão da Segurança da Informação #3 - Cruzeiro

Bom, a maioria não sabe, mas eu estou agora lendo um livro quase que completamente diferente da vida ficcional desse blog. Escrito por Marcos Sêmola, cujo currículo extenso pode ser achado quase que publicamente temos


Copia, copia, copia. Cola, cola, cola. Copia, copia, copia. Cola, cola, cola.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Gestão de Segurança da Informação #2 - Mergulhando

Bom, a maioria não sabe, mas eu estou agora lendo um livro quase que completamente diferente da vida ficcional desse blog. Escrito por Marcos Sêmola, cujo currículo extenso pode ser achado quase que publicamente temos


Seguimos com a prática de copiar cabeçalhos porque ela economiza muito tempo quando você está falando de um mesmo assunto de forma sequencial. Eu devia adotar isso para mais posts desse blog.

Ontem não teve postagem pq o dia foi cansativo pra kct. Eu consegui cumprir o desafio dos 30 dias de RPG então da um desconto, por favor.

sábado, 21 de setembro de 2019

Gestão de Segurança da Informação #1 - Intro

Bom, a maioria não sabe, mas eu estou agora lendo um livro quase que completamente diferente da vida ficcional desse blog. Escrito por Marcos Sêmola, cujo currículo extenso pode ser achado quase que publicamente temos


A parte boa é que tem o livro na Amazon então eu não preciso escanear a capa. Hu3

Eu me pré-dispus a fazer similarmente ao desafio de 30 dias de RPG com o livro mas pela quantidade de páginas deve durar menos do que isso. Então simbora pro primeiro dia de leitura do livro, o que rendeu os 2 primeiros capítulos, não to contando o terceiro porque está explícito que é um resumo do outros dois anteriores.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

37 é Primo

Como um matemático por teimosia, eu também tenho os meus próprios simbolismos com números. Provavelmente eu não conseguiria verificar as belezas bem mais sutis quanto o número do taxi de Hardy-Ramanujan - 1729 - mas aquela que é bem distinta, a primalidade, é sempre um bom sinal. Acredito que uma série de números que passaram pela minha vida são primos, e provavelmente muitos que passarão também serão.

A menos da probabilidade barata porque é particularmente óbvio que nós veremos números primos incessantemente em nossas vidas, hoje é particularmente especial porque eu provavelmente vou estar fazendo uma besteira expondo a minha privacidade, e o que é pior, não só a minha mas também a de quem é proximo, ainda mais em tempos de LGPD/GDPR, sendo que eu sou um profissional que trabalha com segurança da informação. Então se você me perguntar porque diabos eu estou fazendo isso, a minha resposta pra você é: Não sei, acho que eu não bato bem da cabeça.

Mas é fato que hoje a minha esposa faz 37, e como eu já anunciei anteriormente, 37 é primo.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #30 - Sala de Masmorra/Ruína - A Salarmadilha

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 2!
- Meu deus do céu! Isso ta zoado.


Não vai fechar com chave de ouro, mas vai fechar. Não vai ser na volúpia, descaração sacanagem, mas vai fechar hoje.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #29 - Minha Escolha - Maldição Voluptuosa

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 10!
- Tava na hora né!


Eu fiz uma estatística rápida batendo o olhômetro aqui nos meus desafios e vi que o que eu menos escrevi foi maldição! O que me dá margem pra fazer aquilo que gostamos.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #28 - Localização na Cidade - Teatro Kazama

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 5!
- TA VICIADO! NÉ PUSSIVIS!


Mas hoje eu vou criar uma localização pro mundo de outro colega meu. Ele depois que se vire pra adicionar o artigo no World Anvil. Hu3hu3hu3hu3

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #27 - Localização na Cidade - O Clube Neutro

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 5!
- Esse dado ta viciado...


Mas hoje eu vou criar uma localização pro mundo de um colega meu. Ele depois que se vire pra adicionar o artigo no World Anvil. Hu3hu3hu3hu3

domingo, 15 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #26 - Sala de Masmorra/Ruína - As Ruínas de Taurina

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 2!
- Ai cara de novo!?


Eu acho que eu já fiz mais salas de masmorra que ruínas, então vamos fazer uma ruína agora. Prometo que não vou incluir os anões dessa vez.

sábado, 14 de setembro de 2019

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #23 - Encontro Selvagem - Ogro + Aranha Gigante.

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 4!
- Encontro (ui) Selvagem!?


Ah fala sério. Até eu curto os meus encontros selvagens. Vamo lá pq eu já reaproveitei o cabeçalho dos outros dias.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #22 - Monstro - As Almas Forjadas(Raydrics)

- Esse aqui veio tão na medida que eu nem vou copiar texto anterior.
- Deu 6!
- Monstro!?


Brincadeira, já copiei. Prometo que o conteúdo a frente é completamente original interessante.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #21 - Raça/Espécie - Naga

- Produção, rola o dado por favor.
- Deu 8!
- Raça!?


Cês acham que eu to reaproveitando texto? Pois vocês estáo absolutamente certos. Estou reaproveitando na cara lustrada com óleo de peroba.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #20 - Sala de Masmorra/Ruína - A Tumba de Dreghnfer

Mano, caiu 2 de novo!? Pelo menos não caiu o 6 né?


E agora, o que farei? Já não posso mais apelar a aquela que geralmente resolve os problemas. Preciso convocar as forças do âmago da criatividade de meu ser.

domingo, 8 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #19 - NPC - Someisa

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 1!
- Tamo quase chegando em 2/3 do desafio, segura a onda aí e aproveita isso tudo aí pros seus RPG da vida.


Vamos aproveitar um pouco o embalo e vamos falar um pouco sobre a dona da academia, Someisa.

sábado, 7 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #18 - Localização da Cidade - A Academia de Someisa

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 5!
- Aposto que vocês estão se perguntando quando eu vou parar de repetir essas duas primeiras linhas né?


Mas taí um número que ainda não caiu. O ruim e que pra fazer uma localização na cidade, primeiro você precisa de uma cidade. E é aí que nossa querida Succubus entra na história.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #17 - Sala de Masmorra/Ruína - The Lust Hall

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 2!
- Mas eu vou te falar que é muito bom copiar essas duas primeiras linhas


Tá dificultando e agora quem vai segurar a barra é a nossa querida e saudosa putaria putaria.

Que, se achou que ia ser diferente?

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #16 - Item Mágico - Funda-Bumerangue

- ROLA O DADO PRODUÇÃO!
- DEU 7!
- Aaaaaah você achou que eu ia repetir o texto dos outros né!? Te peguei!


Vamos lá que cada dia que passa ta mais difícil, to tendo que tirar criatividade de pedra aqui pra ver se sai. Falando em pedra...

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #15 - Monstro - Nagashrex

Ae, cacete! Foi só reclamar que finalmente caiu um 6. Isso significa que eu vou fazer um... Monstro!?


Ok. Não saiu essa até agora, vamos ver o que eu posso criar aqui com a minha mente semi-doentia.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #13 - NPC - Tsumomo Tsagura

Eu tenho que admitir que o número que mais me quebra é o 1. Acredito que pra maioria das pessoas isso não é um problema porque eles tem mais facilidade em criar histórias e protagonistas.


Daí quando cai 1 eu tenho que apelar pra alguma coisa que eu tenho na cartola. E quem vai me salvar dessa vez vai ser a Srta. Tsagura.

domingo, 1 de setembro de 2019

sábado, 31 de agosto de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #11 - Minha Escolha! - Incitador de Libido

- Cê tirou 10!
- Sério isso mesmo produção.
- Isso aí. Te vira.


Tá, então vejamos coisas que eu ainda não fiz. Vamos escrever uma classe/função/profissão!

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #10 - Encontro Selvagem - Papoula Transfásica

Mas eu rolei 4 de novo no dado. O mundo realmente conspira para que eu escreva encontros (ui) selvagens. Eu devo ser bom nisso.


Cê sabe como é o esquema, né? Então vai fundo!

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #8 - NPC - Nightstar, A Ferreira

- Homologação, rola o dado por favor.
- Homologação?
- É, o time de produção ta muito engraçadinho hoje
- Deu 1! Cê vai fazer um NPC.


Hmmmm isso realmente vai ser um desafio.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

sábado, 24 de agosto de 2019

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Desafio dos 30 dias de RPG #1 - Item Mágico - Gibão de Peles de Wanessa

Se segura que lá vem o desafio! 30 dias seguidos produzindo material pra RPG, começando hoje!


Eu rolo o d10 e recebo um 7 gostoso pra fazer um item mágico. Então clica pra ver mais aí pra descobrir que bagaça que eu vou criar.

domingo, 28 de julho de 2019

As Ondas de um Mar Qualquer

Estava o jovem Joe, rapaz serelepe, pensativo nas areias da praia. Ele raspava a cabeça, era meio gordinho mas se amarrava em ficar olhando o mar. As águas cuja cor dependia das condições climáticas do momento, variava em tons de azul escuro e verde esmeralda mas sempre de forma cristalina, de modo que um expectador atento, como o nosso querido Joe, poderia ver pequenos cardumes trafegando por aquele pequeno pedaço de oceano.

Só que Joe não era um pescador, nem mesmo um biólogo, muito menos um apreciador da natureza. Ele não possuía a técnica para descobrir quais cardumes possuem os melhores peixes, quais animais eram mais raros entre a vasta multidão de espécies naquela pequena zona, nem tinha a emoção de um artista para sentir as vibrantes cores emanadas pelo meio ambiente. Ele era apenas um observador de padrões de movimento, e aquele mar, cuja maré não era facilmente descrita, certamente era um dos fenômenos favoritos do rapaz.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental - Studio - Edição PDF atualizada.

- Oi! Eu sou a Flambarda! Muito prazer em conhecê-lo! Eu sei que sou apenas uma entidade louca criada por um autor mais maluco ainda quebrando a quarta parade para falar com você, mas eu quero agradecer a você, que leu até aqui, por todo o seu apoio. Você que não leu eu quero mais que você queime nas mãos da Fernandinha.
- Pô Flam, eu te ameaço de morte mas cê sabe que não é real né? - Fernanda gritou no fundo.
- Teu cu. Vai que tu me mata mesmo.
- Tu é a protagonista! Tu não pode morrer!
- Já leu Memórias Póstumas de Brás Cubas?
- Não.
- Então vai ler depois a gente conversa.
- Então, eu fui no pdfhost.io deixar esse arquivo bonito que tá aqui nesse link. - Ela se virou e falou. - Põe o link aí Rain. - https://pdfhost.io/v/Jp5oSkMZj_Flambarda_A_Detetive_Elementalpdf.pdf - Ele é totalmente gratuito, mas tá mal formatado pra cacete. Então se você quiser dar uma ajuda pra formatar, me passa uma grana aí e fortalece o time!

Como é possível de se perceber, Flambarda estava gravando um vídeo para poder divulgar, só que ela não conseguiu moedas o suficiente pra poder converter o vídeo do mundo imaginário pro mundo real, então a gente vai ficar só no texto mesmo, mas se você quiser um vídeo disso, você pode começar gravando! A Fernanda até saiu de cena depois da cortada da detetive.

terça-feira, 23 de julho de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #50

Elas entraram na casa de Swing que também é uma boate, a partir do contato de Brahma, e a partir daquele momento elas sabiam que não iam mais se escutar direito, Flambarda começou a ficar meio tonta porque as luzes se movimentavam com uma euforia que ela não tinha visto antes. A animação das pessoas refletia também no estado dos seus elementos que também trocavam a animação com energias próximas.

"Interessante, aqui não concentra energia, mas a agita e a gente começa a ter uma sensação um tanto quanto diferente, apesar dessa música ensurdecedora."

- Meninas... - Flambarda chegou bem perto de Sofia e de Fabiana. - Eu vou me sentar ali no Sofá, eu fiquei um pouco tonta, mas acho que já volto.
- Pera! A gente te leva lá.

Apesar das pessoas conseguirem sentir a energia passeando pelos seus corpos, devido a sua sensibilidade exacerbada, a detetive sentia muito mais a sensação da passagem de energia, especialmente naquele local onde elas passavam também carregadas de libido, quase como se ela fosse capaz de alterar a natureza da própria energia. A sensação já era muito diferente e também era particularmente difícil de resistir, uma vez que a sua mente se confundia entre prazer e medo do que quer que isso significasse. Fernanda, por outro lado, sabia exatamente o que a jovem estava sentindo, provavelmente porque também era capaz de sentir a mesma coisa.

domingo, 21 de julho de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #49

Botafogo era um lugar um tanto quanto conhecido para aquelas três, elas combinaram, até mesmo com a Brahma de que iriam todas se encontrar no Bullguer após uma ferrenha discussão sobre se deveriam apagar o fogo da piriquita primeiro ou se comer primeiro era melhor ma chegaram a brilhante conclusão de que iriam comer, transar e depois comer de novo. Flambarda resolveu colocar sua roupa padrão mesmo porque tava com preguiça de se arrumar.

A noite parecia completamente normal. Os elementos pareciam dançar como sempre de um lado para o outro, as pessoas estavam indo e vindo ainda particulrmente tristes com o 7 a 1 da Alemanha, ou felizes porque tem sempre um miserável que torce contra. Tinha gente do MBL organizando passeata, a operação lava-jato já havia derrubado a Dilma dando lugar ao Temer, o que rapidamente ocasionou o movimento "Fora Temer", mas a detetive e suas amigas nesse momento estavam preocupadas com coisas muito mais supérfluas e ao mesmo tempo muito mais profundas.

domingo, 7 de julho de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #48

- E aí, conta pra gente, Flam. Que que tu foi fazer la em Petrópolis. - Perguntou Bibi.

"Uai. A Bibi não sabe? Isso quer dizer que o Rodney proavelmente não contou a história toda. Até onde será que o miserável contou?"

- Cara, o Rain tinha dado a pista de que a Alabarda ia estar no museu imperial e a gente foi.
- Assim. sem plano? - Perguntou Sofia.
- Sim. Eu me aproveitei que o Rain tinha colocado o Rodney a minha disposição e chamei ele, eu até dei a chance de ele recusar.
- Ele falou que tu fez uma pressão miseráel. - Retrucou Bibi.
- Claro que fiz! Ele fica me enchendo o saco depois peida na farofa!? Ah! Tomar no cu, viu! Eu fiquei puta com ele!
- Mas e esse bagulho de traíra?
- Ah. Bom, essa e a parte que eu não sabia como eu ia contar pra vocês...

Quando Flambarda falou isso, elas perceberam que o semblante dela mudou. Ela parecia decepcionada mais com ela mesma por ter deixado as amigas na furada que é ser druida, e não ter
ficado pra apoiá-las, nem ter comunicado a decisão antes pra que os outras soubessem o que fazer. O nervosismo da detetive se externava conforme ela brincava com as mãos e com os cabelos na tentativa desesperada de manter a calma.

sábado, 15 de junho de 2019

Polêmica #76 - Jornalismo Investigativo

E tá o Brasil pegando fogo! E sabe o que a gente faz? A gente pega uma carona na narrativa para gerar o que?


Pra jogar lenha na fogueira, carvão na máquina, hemácia no sangue e, enfim, gerar...
POLÊMICA

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #47

- E aí, curtiu a descida? - Fernanda peguntou.
- Bom, felizmente não teve nada de mais. - Flambarda respondeu.
- Posso por emoção na próxima então.
- Teu cu. - A motociclista riu mas a detetive continuou falando. - E agora?
- Agora você vai pra casa, e eu vou te ligar pra gente se encontrar amanhã. Você merece descansar hoje.
- Ta de zoa né!?
- Não, mas se quiser eu te ponho pra fazer faxina lá em casa.
- Muito obrigado, mas eu vou fazer como você me falou, tá? Com licença.

Flambarda saiu de fininho enquanto Fernanda ria consigo mesma antes de partir de moto da praça da bandeira. Parecia um dia normal no Rio de Janeiro, com pessoas andando pra lá e pra cá, as luzes que passeavam pelo campo de visão da jovem também não pareciam ter nenhuma agitação anormal. Obviamente, ela sempre achava isso muito suspeito, e que provavelmente seu dia seria estragado por algum evento de larga magnitude em algum momento próximo.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #46

Flambarda acordou primeiro, na borda da madrugada. O celular mostrava 5:24. E ela tentava imaginar onde caralhos ela estava com a cabeça de ir pra Petrópolis, encontrar com uma pessoa que ela não conhece exatamente, rebolar a raba até altas horas na casa de um completo desconhecido com uma mulher que já te enfiou o cacete, e dormir na casa do amigo dela. Nada fazia sentido, nenhuma pessoa em sã consciência teria feito essas escolhas tão ensandecidas. Se ela foi convencida por alguém, ela certamente gostaria de lembrar que argumento foi tão forte assim. Ela parou e começou a pensar com os seus botões.

"Puta que pariu, eu sou uma vaca mesmo. Eu só precisava vir aqui, pegar a alabarda, e tchau, mas nããããão... Eu caio no papo da piranha pra pegar o negócio e dá aquele monte de merda. Tudo porque ela explicou meia dúzia de coisa. Que tipo de magnetismo tem essa mulher? Eu realmente não gosto muito do Rain, mas deixar o cara que ia me dar dinheiro pra seguir essa piranha? Ela realmente poderia ter me liquidado, ela não me falou ainda para o que ele precisa de mim. É isso que eu preciso descobrir."

domingo, 12 de maio de 2019

Dia da Mães 2019

Faaaaaaaaaala meu polvo e minha pova. Hoje é um daqueles textos reflexivos, estilo textão, então senta aí que ele vem e vem com tudo igual a Ludmilla que chega chegando bagunçando a zorra toda.

Mas vamo lá, hoje é dia das mães do ano de 2019. Os anos tem sido cada vez mais difíceis no Brasil que enfrenta uma espécie de recessão econômica desde a Lava-Jato. Eu tenho que ser grato por estar empregado e por estar conquistando o meu espaço no mercado de trabalho, o que é uma das engrenagens da minha família, mas não são todas. Certamente uma das peças mais importantes é a minha esposa que é a mãe da minha filha.

Antes que você me critique devido as minhas comparações estapafúrdias como, comparar família com máquina, lembre-se que é pra prover uma idéia, e não uma comparação de fato. Famílias não são máquinas, e são muito mais complexas do que muitas estruturas abstratas ou concretas.

sábado, 13 de abril de 2019

Humano vs Inseto

Mateus era um cara normal como qualquer outro que possui necessidades fisiológicas. Como Mateus está no século XX ainda não tinha celular a torto e a direito então era particularmente comum que existisse um cesto de revistas perto do vaso onde quem fosse dar uma cagadinha, como ele logo o faria, Poderia simplesmente pegar uma daquelas que certamente já foram folheadas dezenas de vezes para realizar o seu feito. Ou então, é claro, ler o rótulo do xampu.

Era noite, e poucos segundos após ele arrear as calças e sentar no vaso, uma sombra grande de um inseto passa. Ele rapidamente imagina que um inseto pequeno passou muito perto da luz e resolve olhar para o alto para ver o que era. Uma barata gigantesca acabara de entrar no recinto e estava voando aleatóriamente próxima do teto. O jovem rapidamente pegou uma revista e entrou em posição defensiva, pronto para dar um safanão no inseto assim que ele tentasse se aproximar devido a sua vulnerabilidade naquele momento.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Dialetos Peculiares

Duas belas jovens estavam conversando em um ambiente público, porém elas chamavam muita atenção, uma vez que elas proferiam sons bastante curiosos uma para a outra de modo que era ininteligível para as outras pessoas, porém era audível o suficiente para que as outras pessoas pudessem escutar o que parecia ser uma conversa, apesar de essencialmente elas estarem grunhindo e rosnando uma para a outra.

Como se não bastassem os sons particularmente curiosos, ambas os complementavam fazendo gestos com as mãos que também eram esquisitos. Não era como se elas estivessem conversando em libras, mas aparentemente o movimento dos braços parecia fazer parte do código que elas estavam conversando, independente de qual fosse. Ademais, embelezava a conversa delas, que por mais curiosa que fosse, possuia uma certa beleza aquém das próprias jovens.

domingo, 31 de março de 2019

Dá o Play Macaco #67 - Rafinha Bastos

O Rafinha Bastos é um nome já consagrado na comédia brasileira. Só que ele foi bastante além disso depois do CQC. Ele ainda é um comediante e o foco principal dele ainda é o humor, mas ele pegou uma vertente be jornalística e eu achei isso um tanto quanto interessante no Rafinha


Eu geralmente não coloco vídeos muito longos, mas como recentemente o Rafinha fez vídeos bem longos desde que eu comecei a seguí-lo, eu vou deixar apenas esse vídeo aí e vou falar um pouco sobre ele, e porque você deveria seguir o canal dele.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #45

- Felipe, vamo explicar isso cozinhando, porque vai dar fome. - Disse Fernanda
- Boa idéia. - Ele disse, levantando-se - Cheguem aqui na cozinha, meninas. - E partiu em direção a cozinha.

Flambarda e Fernanda foram logo em seguida, sem falar muito, ambas se levantaram com alguma dificuldade, sendo que a primeira auxiliou a segunda pois estava em melhor condições para tal. Conforme ia se acostumando com o ambiente, ela passava a prestar mais atenção nas luzes que cruzavam sua visão. Ela já estava tão acostumada com isso que geralmente abstraia e se tornava apenas uma espécie de poluição visual, mas ela gostava de admirar a dança que elas faziam, que era quase como se cada uma daquelas centelhas tivesse vontade própria e estivessem se cortejando perpetuamente. Ela gostava tanto, que esqueceu de ir pra cozinha e foi chamada Fernanda que riu, sem deboche, da admiração da detetive.

- A água ta fervendo, vocês preferem que tipo de molho? - Perguntou Felipe.
- Bolonhesa. - Fernanda respondeu no ato.
- É. Esse não vai dar porque tem que descongelar a carne.
- Ah. Então tanto faz.
- E você? - Ele perguntou a Flambarda.
- Eu? Ah, acho que o molho branco é melhor.
- Beleza. - Ele se dirigiu a dispensa pra pegar os ingredientes necessários e deu a chamada para Brahma. - Vai, explica ai pra ela como as coisas funcionam.

terça-feira, 26 de março de 2019

Aether e Rethea #8

Rethea estava perseguindo Aether, que corria pelo meio da cidade carregando a camisa dela, que era uma camisa social com vários bolsos daquela cor amarela Lamborghini. A região onde eles estavam, porém era majoritariamente residencial, então haviam algumas pessoas na rua, mas por mais que ela tentasse gritar "Pega Ladrão!" ela tinha consciência que pessoas comuns não conseguiriam parar um agente como Aether, mas ela tentou ainda assim, falhando miseravelmente como se esperava.

Sim ela estava correndo só de sutiã, calça amarela aberta e sandália de salto preto pra dar contraste. As unhas também estavam pintadas de amarelo, mas o cabelo estava pintado de um preto bem forte, novamente pela mesma razão das sandálias. Ela puxou uma arma ágilmente que estava presa em um coldre amarrado na coxa. Ela poderia parar para mirar corretamente, mas caso errasse o tiro perderia ele de vista, então arriscou atirar algumas vezes quando não haviam inocentes perto dele. Não adiantou muito pois ela errou o primeiro tiro, então ele passou a ter um padrão de movimento de forma a evitar novos tiros, apesar dela ter tentado ainda umas três ou quatro vezes.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Khazad e Seu Boi

Khazad era um cara normal vivendo em um mundo de fantasia medieval. Ele já havia ido a taverna e escutado homens valiosos contando um bando de histórias mirabolantes, mas já viu pessoas capazes de emanar luzes das pontas de seus dedos, mas veja bem, ele era um rapaz normal que fazia agricultura de subsistência. Diferentemente desse bando de gente que fica passando pela aldeia dele, ele só cria uns bois e umas vacas, e vai plantar comida. A barba era grande porque ele tinha preguiça mesmo de fazer a barba apesar de aparar de vez em quando com uma faca, mas ele tinha características físicas boas como todo trabalhador rural.

E, felizmente nunca faltou comida na mesa, ele cuidava dos bovinos e da plantação, a plantação e os bovinos cuidavam dele. O pai ainda estava vivo, porém a mãe já havia morrido devido a uma doença, e o trabalho rural também cobra um preço muito caro do trabalhador, então por uma questão também de sobrevivência, Khazad precisava de um filho para cuidar dele como ele cuida do pai até hoje, a não ser que os ventos do destino o trouxessem algo diferente.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #44

Um mundo de emoções transitava pela cabeça de Flambarda naquele momento, e tudo culminava para que tudo fosse uma louca teoria da conspiração onde centrada nela e na Fernanda. O punho direito onde estava a luva agora pegava fogo com a ira da detetive. Felipe, que assistia a cena ficou pasmo ao ver o luvetal na mão direita da jovem pegando fogo e só conseguiu soltar um - Caralho! - enquanto Brahma tentou conversar o mais calmamente possível.

- Ei, abaixa esse punho. Me bater não vai levar a lugar nenhum.
- Responde logo! - Flambarda respondeu quase cuspindo na cara dela.
- Tá bom! Tá bom! Fui eu sim! Fui eu! Fui eu quem...

E quando ela ia terminar, Flambarda socou o chão passando de raspão pela cara de Fernanda. O soco gerou uma pequena onda de choque que de fato foi sentida como um soco, certamente bem mais fraco do que seria se o golpe fosse desferido diretamente. A detetive piscou, como se estivesse voltando a si. A chama da luva se extinguiu conforme ela puxou os braços devagar mas ainda se manteve sobre Brahma, cuja cara estava virada para o lado com os cabelos desarrumados sobre a face devido ao golpe indireto, exercendo dominância.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Ausencia de Descrição

Juvenal era um homem montado em um cavalo, quando um golfinho veio voando em sua direção. Ele foi capaz de desviar deixando cair um objeto, mas não percebeu, fazendo-o sair em direção ao tubarão assim que ele desceu de sua montaria. Uma borboleta passou por ele, logo em seguia um grilo, e mais adiante um percevejo. Ignorou todos os insetos pois seu foco era o animal marinho que passara a poucos instantes para que ele pudesse responder duas perguntas: Onde ele está e como ele estava voando?

Ele não sabia nem se o animal havia feito uma curva, mas ele seguiu o mais reto que pode na última direção em que viu o animal passar até que ele chegou em um lago bastante pequeno, ele jogou pedras dentro da água para que o animal viesse a tona, mas nada. Assim que a água acalmou, ele viu no reflexo gerado pela superfície aquosa, que o golfinho estava na verdade sobre uma árvore e se jogou contra o homem derrubando-o no chão do lado de um sapo que saltitou na direção oposta fugindo da situação

sexta-feira, 15 de março de 2019

Polêmica #75 - Mundo Virtual x Mundo Real

Há quem diga que a internet fez as pessoas saírem do mundo real para irem para o mundo digital, e graças a isso as pessoas passam a viver em um contexto de isolamento social. Será isso verdade?


Não, isso não é um Merchandising. Eu não estou recebend nada para isso, mas é que eu adorei essa imagem onde parece que o Android é o dono do mundo. Hu3.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #43

As pernas de Flambarda tremiam de medo, bem como a arma em suas mãos, ela nem sabe porquê diabos fez isso mas ela foi e agora provavelmente era tarde demais para recuar, A própria fera parecia um tanto quanto confusa, e por alguma razão latiu um latido de cachorro. Ele parecia querer atacar mas começou a se sentir acuado por tanta gente e resolveu bater em retirada, a detetive soltou um suspiro de alívio mas Fernanda levantou deu um tapinha nas costas de Flambarda e disse.

- É melhor a gente achá-lo, antes que algo saia do controle.

Ela se manteve em silêncio e sabia que se havia uma pessoa capaz de localizar a fera, seria ela porque ela repelia todo o tipo de energia. Enquanto pensava, outras pessoas ajudavam Rain a se levantar. Os druidas rapidamente se juntaram isolando os arcanistas que também se juntaram, mas o líder deles entrou entre todos e se pronunciou:

- Druidas, eu sei que nós tentamos restaurar os malamorfos a todo o custo, mas esse não é um caso comum. A criatura é muito mais feroz e forte do que vocês podem imaginar. Se vocês a encontrarem, abata-a.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Descrição Enfadonha

Um objeto de metal reluzente amarelo brilhava sob uma pálida luz lunar que entrava pela cristalina claraboia do edifício fazendo com que os raios luminosos incidentes se organizassem de modo a formar uma fração de cone tendo o chão como referência para a base. O chão cinzento era justamente a superfície sobre a qual esta lâmina estava sobreposta, porém o contraste dar cor metálica, gerando um tom quase prateado, permitia que um observador distinguesse as duas entidades.

A espada possuia um cabo que parecia ter sido feito com todo o cuidado por um artesão bastante carinhoso, que provavelmente além de artesão era um excelente pai, ou mãe, uma vez que não é possível distinguir o sexo de um artesão apenas olhando para o trabalho feito, Os datelhes da parte na qual a espada era ou seria empunhada, eram pequeninos hieroglifos e terminavam em um bojo assimétrico, o qual parecia ter sido desenhado para que uma mão se encaixasse ali exatamente por um lado específico.

domingo, 3 de março de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #42

- Interessante. - Disse Rain. - Você tem fibra, garota, formidável.
- Huhuhuhu... Hahahahahahahaha! - Fernanda ria descontroladamente. - E então, o que você vai fazer agora, Rain?
- Agora é hora de vermos quem é melhor.

Rain era um homem de uma idade avançada mas era assustadoramente rápido, Flambarda via as luzes convergirem para os dois que inciaram uma briga no mais puro estilo anime, só que com um nível de destruição sensívelmente menor. Ela desempunhou a arma, pois ela sabia que naquele passo o melhor a fazer seria se afastar pela sua própria vida. Ela deu a volta e correu até Rodney e o guarda, e os pegou pelo braço.

- Flambarda! O que você tá fazendo!? - Disse Rodney, acompanhando-a.
- Eu não sei, mas eu não quero ficar pra ver isso. Vai sobrar pra gente.
- E se o Rain perder!?
- Então ele mereceu. - Flambarda falou, rispidamente.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #41

- O que você quer!? - Flambarda armou uma base de luta nada a ver.
- Eu quero conversar com você sem o Rain por perto.
- E aí precisava daquele show todo em Botafogo!?
- Eu precisava te testar, vai.
- Desembucha.
- Primeiro, pode desarmar a base, você sabe que não vai me vencer não sabe? - No fundo Flambarda sabia, mas foi completamente instintivo.
- Tá. Se você quisesse já tinha me matado mesmo. - Ela disse baixando a guarda.
- Muito bom! Agora vamos conversar como meninas civilizadas! Tô doida pra entrar nesse museu! - Ela falou, como se subitamente fosse a melhor amiga da detetive.
- Cê tá bem?
- Anda logo!

Assim que Brahma chamou Flambarda, ela também a puxou pelo braço quase que arrastando-a para dentro do museu. O que muito confundiu a cabeça da jovem pois era quase como se ela estivesse recebendo a alabarda de graça sem nenhum desafio de fato, que era o que ela esperava. A energia prateada e vermelha da desconhecida agora vibravam eufóricas, como se ela realmente estivesse ansiosa pra lidar com a situação, enquanto elas largavam Rodney desmaiado no terminal vazio.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Frases Marcantes #8

"Cê tá pensando que quando eu chego em casa eu desligo?" - Quem me contou essa foi um professor quando eu ainda estudava na federal de quimica, ou CEFETQ. O contexto era bastante interessante. Eu estava comentando com outra pessoa sobre uma banda de metal, pois era a musica que eu mais ouvia naquela época, e esse professor não só era metaleiro como também era motociclista. Honestamente, na minha vida de aluno eu nunca pensei que um professor poderia também ser essas coisas. Eu tenho que admitir que foi um choque.

Isso me fez reletir por um tempo e eu tenho certeza que foi a frase que mais me deu um lampejo de empatia. Eu tenho noção de que minha empatia é zero, eu sou quase tão empático quanto um psicopata, mas eu parei e pensei em todas as outras pessoas a minha volta que realmente iam fazer alguma coisa quando voltavam pra casa e eu nunca parei pra pensar nelas dessa forma. É claro que algumas ainda conversavam comigo de noite, mas eu nunca imaginei o quanto isso era significativo, nem pra mim, nem pra elas.

E é fato que em grande parte eu ainda penso assim, porque quando eu vou pra casa eu troco completamente de contexto. Eu estou em casa, com a minha familia, se eu já não tenho problemas o suficiente dentro desse ambiente, eu realmente não quero pensar em qualquer outra coisa que não seja o meu universo.

Só que se você olhar o outro lado da moeda, a maioria das outras pessoas também é assim. Quando elas chegam em casa elas trocam de contexto e o resto do mundo desliga pra elas. Elas tem seus próprios problemas e universos para lidarem e certamente não estão nem um pouco afim de compreenderem que lá fora tem muita gente que certamente não desligou.

A conclusão é de que o mundo é certamente muito pouco empático e talvez fosse um lugar melhor pra se viver se nós fossemos capazes de pensar um pouco melhor a vida de pessoas pelo menos um pouco mais próximas de nós, mas será que nós temos poder de raciocínio suficiente pra fazer isso tudo sem quebrar?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #40

- Temos uma hora até o ônibus sair. - Disse Flambarda. - Quer comer alguma coisa?
- Pode ser. O que você sugere?

Flambarda foi direto ao Bob's sem pensar duas vezes, independente da fila, apesar do Bob's nunca ter muita. Ela pediu um trio Big Bob's e um maltine grande porque ela ia precisar aturar muita coisa nesse dia e ela queria estar o mais carregada de fast food o possível. Rodney preferiu pegar algo rápido no Spoleto, pra fingir que era saudável, mas nem pra pôr palmito no molho. Sentaram-se na mesma mesa, deram sorte de conseguir uma porque geralmente a rodoviária fica lotada.

- Bob's, Flam?
- Na falta de BK vai de Bob's mesmo. - Disse ela, devorando o Big Bob's
- Mas não é ruim?
- Cara, não é ruim, mas os sabores não são iguais aos dos concorrentes, né? Talvez seja uma questão de marketing e as marcas do Mc e do BK tenham muito mais influência, mas o fato é que eles nunca vão bater esse milkshake aqui. - Ela disse, batendo no maltine grande.
- Cê vai morrer cedo.
- Acredite, a última coisa que eu quero é morrer tarde.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Polêmica #74 - Sobre Liberalismo Econômico e Recursos

Eu sempre fui um cara mais a esquerda do que a direita. Minha juventude foi acompanhando mais movimentos de esquerda do que de direita, mas eu tenho sempre tentado seguir o caminho mais central.


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E bom eu gosto um pouco de discussões políticas, e recenemtente eu tenho pensado muito num argumento que é muito usado pelos dois lados, um para exaltar o outro para qualificar a esquerda, que é relacionado ao quanto as pessoas ganham, e um pouco de igualdade social.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #39

- Flambarda, acorda.

Nenhuma reação

- Anda filha, o almoço ta na mesa.

Flambarda se remexia para lá e para cá na cama numa tentativa fútil de se esquivar ou até mesmo repelir a sua mãe, só que ela acabou acordando de qualquer forma jogando o lençol para o lado num gesto brusco, e foi ao banheiro pra se aliviar antes de ir almoçar conforme sua mãe havia chamado. Ela olhou pra mão direita novamente e lá estava a maldita luva que começou isso tudo. Assim que ela sentou no vaso ela teve um momento de introspecção.

"E cá estamos nós novamente. Essa maldita luva que virou a minha vida de cabeça para baixo, mas se você começou tudo isso, será que você também não é a chave pra terminar tudo isso? Eu tenho que assumir que até agora foi a única coisa que eu não tentei."

Ela saiu do banheiro confiante de que esse seria um dia diferente, ela escovou os dentes, colocou aquela roupa padrão, pôs a mochila, olhou o relógio e viu que já eram 13h e que não ia dar pra chegar na faculdade a tempo, o que arrancou o seu ânimo fora. Ela até tentou não transparecer as emoções mas ela percebeu que não foi possível assim que chegou na mesa para o almoço e recebeu a pergunta de sua mãe

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #38

E para a surpresa de Flambarda, quem estava lá era o professor Elimar Caetano estava lá, o que causou uma reação mista de conforto e insegurança. Ele realmente não transpirava nenhuma forma de hostilidade, mas como diabos ele entrou em casa, mas ao passo que ela se perguntava, parecia que ele estava lendo a mente dela.

- Está tudo bem, sua mãe me deixou entrar.
- Mas o que...
- Eu vim conversar com você. Podemos ir até a cozinha?
- Eu... não sei...
- Mas você sabe que é a melhor escolha a ser feita, não sabe?

Ela cogitou por um tempo - "Oras, eu não sei quem esse cara é exatamente. Eu lembro que eu o vi lá na SDRJ. Isso significa que ele também sabe coisas sobre druidas e que por mais que aparente ter uma idade avançada, ele deve ser capaz de me derrubar sem problemas e até agora não o fez. Eu não tenho como passar por ele. Ele está completamente certo, é o melhor a fazer." - e logo assim que saiu de seu momento estático ela voltou. - "Pera, como é que eu fiz isso?"

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

O Tatuador de Shinsekai

"Toda tatuagem tem uma história, mas o que poucos sabem é que toda história tem uma tatuagem."

Essa era a frase preferida de Kusanagi, o tatuador de Shinsekai. Seu estúdio de tatuagens humilde estava de pé há 20 anos. Muitos clientes vinham de diversas partes do mundo apenas para se tatuar com ele. Boa parte do pagamento dele também era advindo de Yakuzas, que também aproveitavam o serviço para lavar o dinheiro fazendo dele alvo de corrupção passiva, mas honestamente, ele não estava nem aí, o que ele queria fazer era tatuar, e através das tatuagens, contar as histórias.

O problema era que conforme o tempo ia passando, a sua filosofia aos poucos ia se transformando em loucura, ele era um japonês mediano, do tipo que você vê nas ruas de qualquer outro ponto de Osaka. Quem imaginaria que ele começaria a saquear cemitérios? Na calada da noite, com a ajuda de alguns funcionários do necrotério local, Kusanagi começou a exumar corpos, e tatuá-los, com o único propósito de tatuá-los.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #37

- Ok, mas como é que eu ia te explicar que eu arrumei uma luva mágica que solta fogo sem você rir da minha cara?
- Assim ó: - Ela fez um gestual debochando da filha. - "Mãe, eu arrumei uma luva mágica que solta fogo. Pode me ajudar?"
- Tá de sacanagem né? Como é que eu ia adivinhar que você sabia dessa loucura toda?
- Você devia desconfiar desde que seu nome é Flambarda.
- Como assim?
- Senta que la vem textão. - Disse a mãe, colocando o livro de Wuxing no lugar e apontando para fora da biblioteca.
- Que que tem la fora?
- Você não quer mesmo ficar conversando dentro da biblioteca, quer?

Flambarda inchou as bochechas, estava levando bronca da própria mãe em um ambiente onde ela deveria ter a vantagem! Jéssica, a mãe de Flambarda parecia particularmente calma mesmo depois de ter sido raptada, quase como soubesse que seria resgatada em pouco tempo. - "Até onde minha mãe sabe dessas porras!?" - Ela pensava, conforme ambas iam se deslocando para uma sala onde haviam muitas mesas e cadeiras, mas estava curiosamente estava vazia.

Jéssica estava no seu habitual. Diferente da filha ela não era tão alta, e o trabalho pesado a fez ganhar ombros largos e braços razoavelmente grossos que se destacavam na camisa rosa sem mangas surrada de ficar em casa. Ela estava usando shortinho simples sem muita firula que exibiam suas pernas e chinelo havaianas todo florido. O cabelo estava desgrenhado depois de ir pra lá e pra cá sem ter tido a oportunidade de pelo menos penteá-lo, não era a coisa mais lisa do mundo mas faziam cachos selvagens até um pouco abaixo do ombro. Sua cor de pele mulata e seu cabelo negro mostravam que a sua origem tinha um pé na África.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Frases Marcantes #7

"Nós sabemos pensar usando abstrações" - Essa frase foi dita pela minha orientadora do TCC quando eu estava fazendo a matéria que definiu qual seria o tópico do trabalho. A matéria era sistemas distribuídos e apesar da parte prática da matéria pouco ter a ver com o que foi apresentado, a parte teorica fundamentava muito bem e permitiu que eu fosse até o próximo nível para de fato programar a coisa toda. Foi bastante divertido, mas a frase em si não tem nada a ver com o TCC, e sim com o fato de que Cientistas da Computação são, teoricamente, bons em pensar usando abstrações.

Faz um certo sentido uma vez que um cientista da computação nada mais é que um matemático que não tava afim de estudar as outras áreas mais nobres da matemática e gosta de resolver as coisas mais na força bruta. A computação não é uma matemática muito bonitinha. Na verdade a idéia da computação é resolver um problema se valendo da solução de um problema mais simples. Há quem diga que não haveria computação se não houvessem relações de recorrência. Relações de recorrência, de uma forma bem grossa, é mais ou menos isso aí: você sabe resolver um problema em um caso específico, daí você pega isso e usa pra tentar generalizar.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Hookshot

Tem momentos na vida, que as pessoas parecem que foram lá no Zelda e pegaram isso.


Porque te pega e te puxa. Apesar do Link usar isso pra chegar perto das coisas, na verdade.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #36

- Aaaaaaaaah que soninho bom, ta escuro, deixa eu ver que horas são. - Ela pega o celular. - Duas horas da manhã!?

Flambarda olhou no celular uma série de notificações de Bibi e Sofia querendo saber o que aconteceu. Ela respondeu agora, sobre o que havia ocorrido no metrô de Saens Peña mesmo sabendo que não ia ter resposta a essa hora. Ela só queria comer alguma coisa e voltar pra cama já que não ia ter a oportunidade de falar com a mãe a essa hora. Ela estava com a mesma camisa preta com a qual havia saído ontem, mas estava só de calcinha porque ela não é nem maluca de dormir de calça jeans. Quando chegou na cozinha observou que não tinha pão. Era como se sua mãe não tivesse passado em casa. O bilhete que ela viu mais cedo ainda estava lá e ela parou pra ler.

"Puta que pariu, tu é preguiçosa mesmo hein? Nem pra ler a porra de um bilhete! Enfim, pegamos sua mãe e queremos que você venha sozinha até a praça Saens Peña de madrugada. Se você puder fazer esse favor para nós, ficaremos muito agradecidos."

"Mas que porra de bilhete é esse?" - Flambarda perguntou. - "E o cara ainda escreve uns garranchos horríveis! Nem pra digitar no Word!" - Depois de reclamar, ela foi averiguar se a mãe dela realmente estava no quarto, e para seu desespero ela realmente não estava. - "Ok. Agora Fudeu."