sábado, 30 de novembro de 2019

O Tavernaverso

Essa coisa de multiverso é muito bacana, pode até ser que não exista no mundo real pra gente ficar pipocando entre dimensões.



Mas se no mundo real não pode, então porque a gente não faz no mundo imaginário mesmo?

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Em Defesa do Lúdico

Humanos são criaturas um tanto quanto imprevisíveis, mas, em média, a maior parte de seus atos são extremamente racionais e baseados em demanda. Uma pessoa geralmente faz A esperando receber B. Dificilmente esse não é o caso, tipo eu escrevendo nesse blog, eu estou fazendo A, e honestamente não sei se vou receber algo por isso. Talvez minha própria gratificação pessoal, se é que isso serve pra alguma coisa.

E aprender não é muito diferente. Geralmente aprendemos melhor quando há alguma razão para tal. O mais curioso e que raramente essa razão é meramente financeira, visto que a taxa de evasão em qualquer faculdade é absurda. O que exatamente falta então? Posso ser pretensioso mas pretendo responder essa questão de uma forma bastante simples e direta.

O que falta e o Lúdico.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Dá o Play Macaco #69 - Don't Starve Together

Tem alguns artistas que parecem gostar bastante daquele estilo do Tim Burton de fazer as coisas.


Esse jogo aqui por exemplo parece que foi feito pelo próprio, e talvez até tenha sido feito, mas não é nisso que eu to interessado. Até pq eu não sou muito fã desse tipo de arte.

Maaaaaaaaaaaaas...

terça-feira, 12 de novembro de 2019

O Mestre de Bonecos

Alex era um criador de bonecos. Não, ele não trabalhava em uma fábrica da Estrela. Ele fazia bonecos artesanais do tipo que se faz com calma, com paciência, e com muito tempo disponivel, mas obviamente é um trabalho onde ele é talvez, melhor remunerado. Não sei dizer, não to na pele do Alex apesar de estar escrevendo essa estória.

O lance é que ele fazia bonecos que seriam usados como marionetes. Após terminar um boneco ele certamente brincava amarrando os fios nos seus próprios dedos e fazendo suas próprias estórias com marionetes, e naturalmente acabou se tornando até relativamente bom, o suficiente para unir o seu ofício inicial de criação de bonecos com um novo ofício que tinha super a ver, que era ser artesão de bonecos. A parte boa é que cortava custos porque ele não precisava comprar os bonecos. Fazia os seus próprios e depois amarrava os barbantes e os manipulava como bem queria.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

E então? O que a gente faz?

- E então? O que a gente faz?
- Eu não sei, eu gostaria de ter a resposta pras coisas mas não é tão simples.
- Como assim não é tão simples? É só me deixar sair.
- Eu não posso deixar sair algo que nem é real
- Você ta dizendo que eu não sou real? Eu sou mais real que muita coisa por aí.
- Não tem como você ser real, senão você estaria aqui bem antes.
- É só você mesmo sentir. Você mesmo já não se aguenta mais.
- E você aguentaria?
- Eu honestamente não sei, mas pelo menos podia aliviar sua pressão.
- A sua mera existência já me causa pressão o suficiente.
- Então você admite que eu sou real?
- Eu não sei!
- Claro que sabe! Só não quer admitir!
- De forma alguma. Você vai causar muito impacto
- Quem vai causar é você que está se comportando como uma bomba relógio.
- Não! Eu não vou explodir!
- Vai! E digo mais, não parece uma bomba relógio, parece mais uma panela de pressão no fogo.
- E você pelo visto só vai aumentar a pressão né?
- Eu não preciso fazer isso porque você mesmo já faz!
- O risco de aliviar a pressão é muito grande.
- Aliviar a pressão é pior do que estourar?
- Nesse caso é porque não tem como aliviar a pressão sem causar dano
- Nós dois sabemos o que está em jogo
- E é por isso que eu preciso virá-lo.
- E você tem alguma idéia de como fazer isso?
- Não. Você sempre volta.
- Você sabe como me deixar ir.
- Nem pensar.

...

- E então? O que a gente faz?