domingo, 11 de novembro de 2018

Polêmica #73 - Escola Sem Partido

Eu estou me arriscando muito nessa. Apesar de ser a posição majoritária do Symsoup(ou seja do autor atual), não é a posição de todo mundo que escreveu pro blog, então tenha em mente que é a visão de uma pessoa só e que esse é um assunto bastante sensível que deve ser discutido com muita gente.



Eu fui atrás de material pra poder basear minha análise, então vamos lá.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Frases Marcantas #3

"log de c na base a é igual a b se e somente se a elevado a b é igual a c"

Ou em metalinguagem porque eu não quero forçar ninguem a usar o MathJax nesse post.
log(c, a) = b <=> a^b = c

Quem mandou essa foi a minha tia, doidona doutora em matemática, e honestamente me abriu bastante as portas dentro do mundo matemático. No final das contas eu não segui a matemática mais pura como ela o fez mas eu, como computeiro, certamente possuo a matemática no meu coração. Eu lembro de ter comentado com ela que eu tinha dificuldade em logaritmos e por alguma razão quando ela falou isso foi igual isso aqui:



Mind Blown

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Flambarda - A Detetive Elemental #32

- Flam! Que excelente surpresa! Nunca imaginei que lhe encontraria aqui. - Disse Gerson, derrubando Xiao no chão com facilidade.
- Corre! Ele vai te pegar! - Gritou Xiao.
- Me pegar? To querendo que ele me pegue já tem umas duas semana e nada. - Flambarda agora estava cara a cara com ele.
- Como assim? - Eles perguntaram em uníssono.
- Assim, uai! - Ela falou colocando as mãos na cintura.

Gerson havia derrubado Xiao a alguns passos de distância a sua direita, depois do malamorfo, que também estava a sua direita e estava começando a dar sinais de acordar. Gerson falou gentilmente, conforme a energia se canalizava para o braço direito.

- Se me permite...

E deu-lhe outro socão no malamorfo, que agonizou mais um pouco até que parou. Flambarda viu que as poucas energias que ainda rodavam lentamente deixaram o corpo para encontrar o ar, e o mesmo corpo lentamente esmaecia como se estivesse desaparecendo da existência. Essa visão começou a gerar calafrios na jovem, que num misto de curiosidade e medo, soltou a pergunta quase que involuntariamente.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Frases Marcantes #2

"As pessoas mudam, e elas tem o direito de mudar"

Essa foi uma frase bastante interessante, e eu até hoje me pego pensando nela. Não foi pelo momento, mas foi porque essa frase conflita diretamente com a minha crença que concorda com o House - "People don't change" - dentre outras que ele solta durante a série. Só que, se ela conflita, então tem duas possibilidades, ou a idéia nova é aceita e a antiga é refutada, ou vice-versa, mas não é tão simples assim.

E eu certamente não tive argumento pra continuar a discussão, tanto é que aquela conversa parou ali. O fato é que até hoje eu não sei exatamente se ele estava certo ou não, mas uma coisa eu sei é que não importa o argumento que ele usasse, eu sabia que a partir dali eu refutaria qualquer coisa devido ao impacto que eu sofri. Fato é, até hoje não sei se isso está certo, ou se isso está errado, mas eu fico argumentando comigo mesmo pra tentar chegar a uma conclusão.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Flambarda - A Detetive Elemental #31

Os olhos da jovem se abriram num movimento repentino. O teto não era nem um pouco similar aos tetos que ela conhecia, o que só contribuiu para o seu nervosismo e fez com que ela erguesse seu tronco em um movimento abrupto e olhasse diretamente para uma outra pessoa que estava dormindo no mesmo recinto. Ela olhou em volta como quem procura reconhecer o ambiente onde está, e parecia um quarto de hóspedes. Ela estava deitada em uma cama, que parecia ser particularmente confortável e havia outra a esquerda, do outro lado do local. Tinha até mesinha de cabeceira o que fazia parece bastante até com um hotel.

O homem que dormia estava sentado acomodado de uma forma muito peculiar em uma pequena poltrona, com uma perna sobre um dos braços do objeto, com o corpo particularmente curvado e um de seus braços apoiado pelo cotovelo que se suportava no outro braço da poltrona fazendo apoio para que ele não caísse para o outro lado. A figura parecia particularmente familiar, demorou um tempo até que ela fizesse as associações mas ela foi capaz de reconhecer que aquela criatura era o Xiao. Se Xiao estava lá, seria essa a casa dele?

Ninguém se deu o trabalho de mudar as roupas dela, que estavam bastante rasgadas e surradas, mas a mochila dela curiosamente estava lá e quase intacta, todavia bastante encardida, jogada no pé da cama. Ela tentou se aproximou da forma mais calma que conseguiu da mochila para alcançar seu celular que ainda estava lá. O grupo do whatsapp tinha meia dúzia de mensagens, e haviam duas ligações de sua mãe. Eram 20:48 da noite.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Dá o Play Macaco #66 - Kara Comparetto

Quem gosta aí de música de video game tira o pé do chããããããããoooooooo!


Não, mentira, ela é pianista. Pode relaxar.

Flambarda - A Detetive Elemental #30

- Você é o primeiro homem que vê uma mulher com roupas rasgadas e outra de pijama e pede pra elas colocarem roupas. - Provocou Sofia.
- Ok, criança. Agora você me pegou... - Rain respondeu.
- Tá. Pera aí, tem muita coisa errada. - Flambarda interrompeu, soltando Sofia. - Que porra foi essa? Quem é aquela mulher? Como é que você veio parar aqui? Como é que não tem ninguém nesse lugar mesmo com essa porra dessa fissura aqui?
- Uma coisa de cada vez, criança.
- Teu cu! Tu vai me explicar tin-tin por tin-tin e vai ser agora! - Disse Flambarda, pegando o baixinho pela gola com a mão esquerda e elevando a direita ameaçando dar um soco.
- Tem certeza, criança? Você sabe que isso é completamente irracional, não sabe?
- Sei, mas se tem algo que eu sempre quis fazer é isso.

E Flambarda, apesar da situação, desferiu o soco diretamente nele que caiu um pouco para trás de costas no chão. Ela sentiu dor na mão de tanta força que usou, não lembrava de ter dado um soco em qualquer coisa com tanta força desde que quebrou a mão no banheiro, e por isso ela balançava o punho direito, e fazia aquele exercício clássico de abrir e fechar a mão. Rain, por outro lado se levantava como se não houvesse sentido dor ou dano nenhum.