domingo, 31 de março de 2019

Dá o Play Macaco #67 - Rafinha Bastos

O Rafinha Bastos é um nome já consagrado na comédia brasileira. Só que ele foi bastante além disso depois do CQC. Ele ainda é um comediante e o foco principal dele ainda é o humor, mas ele pegou uma vertente be jornalística e eu achei isso um tanto quanto interessante no Rafinha


Eu geralmente não coloco vídeos muito longos, mas como recentemente o Rafinha fez vídeos bem longos desde que eu comecei a seguí-lo, eu vou deixar apenas esse vídeo aí e vou falar um pouco sobre ele, e porque você deveria seguir o canal dele.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #45

- Felipe, vamo explicar isso cozinhando, porque vai dar fome. - Disse Fernanda
- Boa idéia. - Ele disse, levantando-se - Cheguem aqui na cozinha, meninas. - E partiu em direção a cozinha.

Flambarda e Fernanda foram logo em seguida, sem falar muito, ambas se levantaram com alguma dificuldade, sendo que a primeira auxiliou a segunda pois estava em melhor condições para tal. Conforme ia se acostumando com o ambiente, ela passava a prestar mais atenção nas luzes que cruzavam sua visão. Ela já estava tão acostumada com isso que geralmente abstraia e se tornava apenas uma espécie de poluição visual, mas ela gostava de admirar a dança que elas faziam, que era quase como se cada uma daquelas centelhas tivesse vontade própria e estivessem se cortejando perpétuamente. Ela gostava tanto, que esqueceu de ir pra cozinha e foi chamada Fernanda que riu, sem deboche, da admiração da detetive.

- A água ta fervendo, vocês preferem que tipo de molho? - Perguntou Felipe.
- Bolonhesa. - Fernanda respondeu no ato.
- É. Esse não vai dar porque tem que descongelar a carne.
- Ah. Então tanto faz.
- E você? - Ele perguntou a Flambarda.
- Eu? Ah, acho que o molho branco é melhor.
- Beleza. - Ele se dirigiu a dispensa pra pegar os ingredientes necessários e deu a chamada para Brahma. - Vai, explica ai pra ela como as coisas funcionam.

terça-feira, 26 de março de 2019

Aether e Rethea #8

Rethea estava perseguindo Aether, que corria pelo meio da cidade carregando a camisa dela, que era uma camisa social com vários bolsos daquela cor amarela Lamborghini. A região onde eles estavam, porém era majoritariamente residencial, então haviam algumas pessoas na rua, mas por mais que ela tentasse gritar "Pega Ladrão!" ela tinha consciência que pessoas comuns não conseguiriam parar um agente como Aether, mas ela tentou ainda assim, falhando miseravelmente como se esperava.

Sim ela estava correndo só de sutiã, calça amarela aberta e sandália de salto preto pra dar contraste. As unhas também estavam pintadas de amarelo, mas o cabelo estava pintado de um preto bem forte, novamente pela mesma razão das sandálias. Ela puxou uma arma ágilmente que estava presa em um coldre amarrado na coxa. Ela poderia parar para mirar corretamente, mas caso errasse o tiro perderia ele de vista, então arriscou atirar algumas vezes quando não haviam inocentes perto dele. Não adiantou muito pois ela errou o primeiro tiro, então ele passou a ter um padrão de movimento de forma a evitar novos tiros, apesar dela ter tentado ainda umas três ou quatro vezes.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Khazad e Seu Boi

Khazad era um cara normal vivendo em um mundo de fantasia medieval. Ele já havia ido a taverna e escutado homens valiosos contando um bando de histórias mirabolantes, mas já viu pessoas capazes de emanar luzes das pontas de seus dedos, mas veja bem, ele era um rapaz normal que fazia agricultura de subsistência. Diferentemente desse bando de gente que fica passando pela aldeia dele, ele só cria uns bois e umas vacas, e vai plantar comida. A barba era grande porque ele tinha preguiça mesmo de fazer a barba apesar de aparar de vez em quando com uma faca, mas ele tinha características físicas boas como todo trabalhador rural.

E, felizmente nunca faltou comida na mesa, ele cuidava dos bovinos e da plantação, a plantação e os bovinos cuidavam dele. O pai ainda estava vivo, porém a mãe já havia morrido devido a uma doença, e o trabalho rural também cobra um preço muito caro do trabalhador, então por uma questão também de sobrevivência, Khazad precisava de um filho para cuidar dele como ele cuida do pai até hoje, a não ser que os ventos do destino o trouxessem algo diferente.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #44

Um mundo de emoções transitava pela cabeça de Flambarda naquele momento, e tudo culminava para que tudo fosse uma louca teoria da conspiração onde centrada nela e na Fernanda. O punho direito onde estava a luva agora pegava fogo com a ira da detetive. Felipe, que assistia a cena ficou pasmo ao ver o luvetal na mão direita da jovem pegando fogo e só conseguiu soltar um - Caralho! - enquanto Brahma tentou conversar o mais calmamente possível.

- Ei, abaixa esse punho. Me bater não vai levar a lugar nenhum.
- Responde logo! - Flambarda respondeu quase cuspindo na cara dela.
- Tá bom! Tá bom! Fui eu sim! Fui eu! Fui eu quem...

E quando ela ia terminar, Flambarda socou o chão passando de raspão pela cara de Fernanda. O soco gerou uma pequena onda de choque que de fato foi sentida como um soco, certamente bem mais fraco do que seria se o golpe fosse desferido diretamente. A detetive piscou, como se estivesse voltando a si. A chama da luva se extinguiu conforme ela puxou os braços devagar mas ainda se manteve sobre Brahma, cuja cara estava virada para o lado com os cabelos desarrumados sobre a face devido ao golpe indireto, exercendo dominância.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Ausencia de Descrição

Juvenal era um homem montado em um cavalo, quando um golfinho veio voando em sua direção. Ele foi capaz de desviar deixando cair um objeto, mas não percebeu, fazendo-o sair em direção ao tubarão assim que ele desceu de sua montaria. Uma borboleta passou por ele, logo em seguia um grilo, e mais adiante um percevejo. Ignorou todos os insetos pois seu foco era o animal marinho que passara a poucos instantes para que ele pudesse responder duas perguntas: Onde ele está e como ele estava voando?

Ele não sabia nem se o animal havia feito uma curva, mas ele seguiu o mais reto que pode na última direção em que viu o animal passar até que ele chegou em um lago bastante pequeno, ele jogou pedras dentro da água para que o animal viesse a tona, mas nada. Assim que a água acalmou, ele viu no reflexo gerado pela superfície aquosa, que o golfinho estava na verdade sobre uma árvore e se jogou contra o homem derrubando-o no chão do lado de um sapo que saltitou na direção oposta fugindo da situação

sexta-feira, 15 de março de 2019

Polêmica #75 - Mundo Virtual x Mundo Real

Há quem diga que a internet fez as pessoas saírem do mundo real para irem para o mundo digital, e graças a isso as pessoas passam a viver em um contexto de isolamento social. Será isso verdade?


Não, isso não é um Merchandising. Eu não estou recebend nada para isso, mas é que eu adorei essa imagem onde parece que o Android é o dono do mundo. Hu3.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #43

As pernas de Flambarda tremiam de medo, bem como a arma em suas mãos, ela nem sabe porquê diabos fez isso mas ela foi e agora provavelmente era tarde demais para recuar, A própria fera parecia um tanto quanto confusa, e por alguma razão latiu um latido de cachorro. Ele parecia querer atacar mas começou a se sentir acuado por tanta gente e resolveu bater em retirada, a detetive soltou um suspiro de alívio mas Fernanda levantou deu um tapinha nas costas de Flambarda e disse.

- É melhor a gente achá-lo, antes que algo saia do controle.

Ela se manteve em silêncio e sabia que se havia uma pessoa capaz de localizar a fera, seria ela porque ela repelia todo o tipo de energia. Enquanto pensava, outras pessoas ajudavam Rain a se levantar. Os druidas rapidamente se juntaram isolando os arcanistas que também se juntaram, mas o líder deles entrou entre todos e se pronunciou:

- Druidas, eu sei que nós tentamos restaurar os malamorfos a todo o custo, mas esse não é um caso comum. A criatura é muito mais feroz e forte do que vocês podem imaginar. Se vocês a encontrarem, abata-a.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Descrição Enfadonha

Um objeto de metal reluzente amarelo brilhava sob uma pálida luz lunar que entrava pela cristalina claraboia do edifício fazendo com que os raios luminosos incidentes se organizassem de modo a formar uma fração de cone tendo o chão como referência para a base. O chão cinzento era justamente a superfície sobre a qual esta lâmina estava sobreposta, porém o contraste dar cor metálica, gerando um tom quase prateado, permitia que um observador distinguesse as duas entidades.

A espada possuia um cabo que parecia ter sido feito com todo o cuidado por um artesão bastante carinhoso, que provavelmente além de artesão era um excelente pai, ou mãe, uma vez que não é possível distinguir o sexo de um artesão apenas olhando para o trabalho feito, Os datelhes da parte na qual a espada era ou seria empunhada, eram pequeninos hieroglifos e terminavam em um bojo assimétrico, o qual parecia ter sido desenhado para que uma mão se encaixasse ali exatamente por um lado específico.

domingo, 3 de março de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #42

- Interessante. - Disse Rain. - Você tem fibra, garota, formidável.
- Huhuhuhu... Hahahahahahahaha! - Fernanda ria descontroladamente. - E então, o que você vai fazer agora, Rain?
- Agora é hora de vermos quem é melhor.

Rain era um homem de uma idade avançada mas era assustadoramente rápido, Flambarda via as luzes convergirem para os dois que inciaram uma briga no mais puro estilo anime, só que com um nível de destruição sensívelmente menor. Ela desempunhou a arma, pois ela sabia que naquele passo o melhor a fazer seria se afastar pela sua própria vida. Ela deu a volta e correu até Rodney e o guarda, e os pegou pelo braço.

- Flambarda! O que você tá fazendo!? - Disse Rodney, acompanhando-a.
- Eu não sei, mas eu não quero ficar pra ver isso. Vai sobrar pra gente.
- E se o Rain perder!?
- Então ele mereceu. - Flambarda falou, rispidamente.