domingo, 21 de julho de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #46

Botafogo era um lugar um tanto quanto conhecido para aquelas três, elas combinaram, até mesmo com a Brahma de que iriam todas se encontrar no Bullguer após uma ferrenha discussão sobre se deveriam apagar o fogo da piriquita primeiro ou se comer primeiro era melhor, mas chegaram a brilhante conclusão de que iriam comer, transar e depois comer de novo. Flambarda resolveu colocar sua roupa padrão mesmo porque tava com preguiça de se arrumar.

A noite parecia completamente normal. Os elementos pareciam dançar como sempre de um lado para o outro, as pessoas estavam indo e vindo ainda particularmente tristes com o 7 a 1 da Alemanha, ou felizes porque tem sempre um miserável que torce contra. Tinha gente do MBL organizando passeata, mas a detetive e suas amigas nesse momento estavam preocupadas com coisas muito mais supérfluas e ao mesmo tempo muito mais profundas.

domingo, 7 de julho de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #45

- E aí, conta pra gente, Flam. Que que tu foi fazer la em Petrópolis. - Perguntou Bibi.

"Uai. A Bibi não sabe? Isso quer dizer que o Rodney provavelmente não contou a história toda. Até onde será que o miserável contou?"

- Cara, o Rain tinha dado a pista de que a Alabarda ia estar no museu imperial e a gente foi.
- Assim. sem plano? - Perguntou Sofia.
- Sim. Eu me aproveitei que o Rain tinha colocado o Rodney a minha disposição e chamei ele, eu até dei a chance de ele recusar.
- Ele falou que tu fez uma pressão miserável. - Retrucou Bibi.
- Claro que fiz! Ele fica me enchendo o saco depois peida na farofa!? Ah! Tomar no cu, viu! Eu fiquei puta com ele!
- Mas e esse bagulho de traíra?
- Ah. Bom, essa e a parte que eu não sabia como eu ia contar pra vocês...

Quando Flambarda falou isso, elas perceberam que o semblante dela mudou. Ela parecia decepcionada mais com ela mesma por ter deixado as amigas na furada que é ser druida, e não ter ficado pra apoiá-las, nem ter comunicado a decisão antes pra que os outras soubessem o que fazer. O nervosismo da detetive se externava conforme ela brincava com as mãos e com os cabelos na tentativa desesperada de manter a calma.

sábado, 15 de junho de 2019

Polêmica #76 - Jornalismo Investigativo

E tá o Brasil pegando fogo! E sabe o que a gente faz? A gente pega uma carona na narrativa para gerar o que?


Pra jogar lenha na fogueira, carvão na máquina, hemácia no sangue e, enfim, gerar...
POLÊMICA

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Flambarda - A Detetive Elemental #44

- E aí, curtiu a descida? - Fernanda peguntou.
- Bom, felizmente não teve nada de mais. - Flambarda respondeu.
- Posso por emoção na próxima então.
- Teu cu. - A motociclista riu mas a detetive continuou falando. - E agora?
- Agora você vai pra casa, e eu vou te ligar pra gente se encontrar amanhã. Você merece descansar hoje.
- Ta de zoa né!?
- Não, mas se quiser eu te ponho pra fazer faxina lá em casa.
- Muito obrigado, mas eu vou fazer como você me falou, tá? Com licença.

Flambarda saiu de fininho enquanto Fernanda ria consigo mesma antes de partir de moto da praça da bandeira. Parecia um dia normal no Rio de Janeiro, com pessoas andando pra lá e pra cá, as luzes que passeavam pelo campo de visão da jovem também não pareciam ter nenhuma agitação anormal. Obviamente, ela sempre achava isso muito suspeito, e que provavelmente seu dia seria estragado por algum evento de larga magnitude em algum momento próximo.

domingo, 12 de maio de 2019

Dia da Mães 2019

Faaaaaaaaaala meu polvo e minha pova. Hoje é um daqueles textos reflexivos, estilo textão, então senta aí que ele vem e vem com tudo igual a Ludmilla que chega chegando bagunçando a zorra toda.

Mas vamo lá, hoje é dia das mães do ano de 2019. Os anos tem sido cada vez mais difíceis no Brasil que enfrenta uma espécie de recessão econômica desde a Lava-Jato. Eu tenho que ser grato por estar empregado e por estar conquistando o meu espaço no mercado de trabalho, o que é uma das engrenagens da minha família, mas não são todas. Certamente uma das peças mais importantes é a minha esposa que é a mãe da minha filha.

Antes que você me critique devido as minhas comparações estapafúrdias como, comparar família com máquina, lembre-se que é pra prover uma idéia, e não uma comparação de fato. Famílias não são máquinas, e são muito mais complexas do que muitas estruturas abstratas ou concretas.

sábado, 13 de abril de 2019

Humano vs Inseto

Mateus era um cara normal como qualquer outro que possui necessidades fisiológicas. Como Mateus está no século XX ainda não tinha celular a torto e a direito então era particularmente comum que existisse um cesto de revistas perto do vaso onde quem fosse dar uma cagadinha, como ele logo o faria, Poderia simplesmente pegar uma daquelas que certamente já foram folheadas dezenas de vezes para realizar o seu feito. Ou então, é claro, ler o rótulo do xampu.

Era noite, e poucos segundos após ele arrear as calças e sentar no vaso, uma sombra grande de um inseto passa. Ele rapidamente imagina que um inseto pequeno passou muito perto da luz e resolve olhar para o alto para ver o que era. Uma barata gigantesca acabara de entrar no recinto e estava voando aleatóriamente próxima do teto. O jovem rapidamente pegou uma revista e entrou em posição defensiva, pronto para dar um safanão no inseto assim que ele tentasse se aproximar devido a sua vulnerabilidade naquele momento.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Dialetos Peculiares

Duas belas jovens estavam conversando em um ambiente público, porém elas chamavam muita atenção, uma vez que elas proferiam sons bastante curiosos uma para a outra de modo que era ininteligível para as outras pessoas, porém era audível o suficiente para que as outras pessoas pudessem escutar o que parecia ser uma conversa, apesar de essencialmente elas estarem grunhindo e rosnando uma para a outra.

Como se não bastassem os sons particularmente curiosos, ambas os complementavam fazendo gestos com as mãos que também eram esquisitos. Não era como se elas estivessem conversando em libras, mas aparentemente o movimento dos braços parecia fazer parte do código que elas estavam conversando, independente de qual fosse. Ademais, embelezava a conversa delas, que por mais curiosa que fosse, possuia uma certa beleza aquém das próprias jovens.