A equipe morosamente pela beira da estrada de terra batida, rejubilando-se a cada oásis de sombra debaixo de uma das raras e solitárias árvores que surgiam fortuitamente acompanhando a estrada. Para este e aquele lado só se podiam ver extensos terrenos de grama alta ou algum cultivo de grãos, intensamente iluminados pelo o sol que no momento se encontrava livre do abraço dos nuvens bem ao centro do céu. Uma brisa refrescante era uma bênção rara e fugaz. E as pesadas mochilas de equipamentos, e as armas, e as armaduras já parcialmente retiradas, não tornavam o caminho nem um pouco mais fácil.
O clima estava claramente taxando mais cruelmente a mulher baixa, extremamente baixa, que estava quase que totalmente despida de suas vestes protetoras de pele grossa de urso e tachas de metal. Sua pele alva estava rapidamente tomando um tom rubro, especialmente nas bochechas, nariz e ombros, quase tão rubros quanto seus cabelos ruivos. Ela escorria gostas de suor a cada passo, e parecia dá-los arrastado os pés. Ofegava e pendia sob o próprio peso. Mas se recusava a parar ou largar a sua mochila, ou mesmo tirar o imenso machado de cima do ombro.
O homem que andava na frente fez uma pequena pausa e dirigiu o olhar a equipe que o seguia. Metade das imensas placas de metal que normalmente cobriam seu corpo estavam encaixadas entre si e amarradas junto a sua mochila, o que fazia parecer que ele certamente estaria carregando o maior peso dentre os outros que o seguiam. Sem contar que as placas de metal que mantinha nos braços e pernas provavelmente o estariam cozinhando lentamente naquele sol. E mesmo assim ele parecia o menos afetado pela situação como um todo. Não fosse o suor escorrendo em sua testa, mal se poderia dizer que estava caminhando a tanto tempo no sol.
Seu olhar atencioso e sério perscrutou a anã ruiva, e seus lábios se torceram de maneira desaprovadora. Ele sabia que anã vinha das terras do norte, que eram governadas pelo frio e pelo gelo, e portanto aquele clima provavelmente estaria minando suas forças em ritmo acelerado. Respirou profundamente e soltou uma mescla entre bufo e suspiro antes de voltar seus olhos para o caminho em frente.
- Nerani. - a voz do homem ecoou num tom grave e categórico - Veja se encontra um riacho escondido na vegetação no campo ali a esquerda. Pelo que eu lembre, devem haver algumas árvores baixas por ali.
A mulher alta e esbelta, de pele morena e sedosa, que usava tiras de couro, pele, e casca de árvore discordantes como vestimenta parou de andar ao ouvir a ordem. Ela ajeitou os longos e volumosos cabelos escuros e encaracolados para trás das longuíssimas e pontudas orelhas, e lançou um longo e incisivo olhar para o homem que a proferira. Por alguns segundos pareceu estar prestes a expor algum tipo de protesto, mas por fim se acalmou e soltou o ar de forma longa e monótona.
A elfa pôs o longo galho de madeira que lhe servia como bastão no chão, logo em seguida se agachou e retirou a mochila das costas, deixando-a no chão também, passou a tira de couro do cantil sobre a cabeça, lutando com os sujos e emaranhados cachos com adereços de pena e osso no processo. E enquanto tudo isso acontecia, um pequeno mico saltava pelas suas costas, cabeça, e ombros, habilmente manobrando a si mesmo para continuar empoleirado na elfa.
- Prim, você também... - ela disse levantando a mão até próximo ao ombro onde agora o mico se encontrava
O mico pulou para o seu braço e soltou um guincho inquisitivo para a elfa, observando-a atentamente com os enormes olhos escuros e virando a cabeça em movimentos rápidos e curtos.
- Espere aqui...
Ela pôs o pequeno primata sobre sua mochila, onde ele ficou após soltar um leve guincho de desaprovação. E então se levantou.
A elfa elevou ambos os braços bem ao alto, e respirou profundamente. E enquanto soltava o ar algo incrível acontecia... Seu corpo parecia diminuir, retraindo para dentro de suas vestes, seu rosto parecia alongar-se, seus braços se vergavam de maneira estranhas, e penas brotavam de sua pele.
A transformação foi rápida, durando pouquíssimos segundos, e por fim suas vestes caiam vazias no chão enquanto a elfa, agora uma harpia amarronzada e cinzenta, voava para fora e para o alto.
Nenhum dos outros integrantes da equipe pareceu surpreso ou assustado, apesar de alguns estarem claramente impressionados. Essa não era nenhuma novidade entre eles.
A elfa em forma de ave sobrevoou a equipe e então o campo, sendo observada atentamente pelo primata que havia ficado no solo. E depois de algumas voltas pelo céu, finalmente começou a sobrevoar um lugar específico sobre o campo e soltou um assobio de chamado.
- Phyl, vá na frente. - o homem com as placas de metal comandou enquanto se movia para pegar a mochila da elfa, o que aumentava a sua carga insensatamente grande.
O pequeno mico pulou animadamente para sua cabeça, aparentemente acostumado com o homem.
Antes que pudesse abaixar para pegar as vestes da elfa, foi interrompido por um dos outros membros da equipe. Um jovem de cabelos intensamente pretos e olhos intensamente azuis, que vestia robes desnecessariamente longos e escuros, e se recusava a tirá-los mesmo naquele calor. Ele catou cuidadosamente as vestes estranhas e desconexas da elfa, com certa dificuldade para dobrá-las e em algum ponto quase derrubando tudo, e ofereceu um sorriso constrangido mas gentil ao homem que parecia já ter peso demais.
O homem agradeceu a ação com um aceno de cabeça.
Enquanto isso, Phyl, o último membro do grupo, habilidosamente já seguia através da grama alta. Com cuidado e precisão, o pequenino ser que lembrava um homem adulto encolhido ao tamanho de uma criança averiguava o terreno e traçava uma trilha clara até o ponto em que a elfa sobrevoava. O halfling vestia uma calça de couro leve e bem costurada de onde surgiam mais e mais bolsos por quanto mais tempo se observasse, e levava na mochila o resto de sua armadura.
A gente vê por aqui...
sábado, 23 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Gyff & Tsumomo #60
- Tsumomo?
- Tsumomo!?
- Tsumomo!?!?
Tsumomo acordou aos poucos, ainda desnorteada. Seu cabelo despenteado, kimono rasgado, e seu corpo sujo de terra mostravam os evidentes sinais de que ela havia novamente se metido em confusão. Quase sobre ela estava Lina, desesperada por uma resposta da gueixa que se recuperava na enfermaria de Amaquabá. As notícias circularam rapidamente pela cidade a respeito de uma fugitiva extremamente perigosa que foi eliminada.
Só que para algumas pessoas, isso significava mais uma derrota do que uma vitória.
- Tsumomo!?
- Tsumomo!?!?
Tsumomo acordou aos poucos, ainda desnorteada. Seu cabelo despenteado, kimono rasgado, e seu corpo sujo de terra mostravam os evidentes sinais de que ela havia novamente se metido em confusão. Quase sobre ela estava Lina, desesperada por uma resposta da gueixa que se recuperava na enfermaria de Amaquabá. As notícias circularam rapidamente pela cidade a respeito de uma fugitiva extremamente perigosa que foi eliminada.
Só que para algumas pessoas, isso significava mais uma derrota do que uma vitória.
sábado, 16 de abril de 2016
Hiatos
Bom, como vocês devem ter observado o blog está passando por alguns hiatos(nenhuma novidade). A semana passada seguiu completamente sem posts meus, mas nosso grande parceiro, J, Está mantendo a taxa de posts mais próximo daquela constância interessante que todo mundo gosta.
Só que devido a mudança brusca na minha vida. Eu provavelmente não irei conseguir manter a mesma taxa de postagens que eu mantinha antigamente. Isso porque o tempo para prepará-las está severamente reduzido. Agora eu sou uma pessoa que tem que dormir cedo para acordar cedo. Ainda assim eu penso nisso aqui todo o dia.
Eu não vou desistir, mas o formato dos posts devem mudar drasticamente devido ao fato de eu quaes não ter mais tempo para usar o computador para isso. Diabos, nem o meu projeto final esta tendo a atenção devida, mas ele certamente será terminado esse semestre. Acredito que eu serei capaz de escrever o texto e entregar o trabalho até o final desse período de faculdade, que eu espero que seja o útlimo.
Fora isso, obrigado a você que lê, e não desista. Mesmo que você seja o único leitor disso aqui.
PS: Isso era para sair na quarta feira.
Só que devido a mudança brusca na minha vida. Eu provavelmente não irei conseguir manter a mesma taxa de postagens que eu mantinha antigamente. Isso porque o tempo para prepará-las está severamente reduzido. Agora eu sou uma pessoa que tem que dormir cedo para acordar cedo. Ainda assim eu penso nisso aqui todo o dia.
Eu não vou desistir, mas o formato dos posts devem mudar drasticamente devido ao fato de eu quaes não ter mais tempo para usar o computador para isso. Diabos, nem o meu projeto final esta tendo a atenção devida, mas ele certamente será terminado esse semestre. Acredito que eu serei capaz de escrever o texto e entregar o trabalho até o final desse período de faculdade, que eu espero que seja o útlimo.
Fora isso, obrigado a você que lê, e não desista. Mesmo que você seja o único leitor disso aqui.
PS: Isso era para sair na quarta feira.
Johnson
Johnson era um cara normal. Ia para o seu trabalho e voltava para casa. Morava sozinho em um apartamento. Os vizinhos eram fofoqueiros porém bastante silenciosos. Isso não fazia diferença, uma vez que ele não fazia nada de diferente.
Mas o mundo mágico é cheio de surpresas, e um belo dia ele resolveu passar juntamente por Johnson. Que naquele momento estava prestes a fritar um ovo em sua frigideira. O fogão era baixinho, assim como ele. Devido a sua altura, os objetos não podiam ser muito grandes nem ficar muito no alto. Ele até hoje considera o pé-direito da casa grande demais. No momento que ele acendeu o fogo ele escutou uma voz feminina meio metálica.
Mas o mundo mágico é cheio de surpresas, e um belo dia ele resolveu passar juntamente por Johnson. Que naquele momento estava prestes a fritar um ovo em sua frigideira. O fogão era baixinho, assim como ele. Devido a sua altura, os objetos não podiam ser muito grandes nem ficar muito no alto. Ele até hoje considera o pé-direito da casa grande demais. No momento que ele acendeu o fogo ele escutou uma voz feminina meio metálica.
Dá o Play Macaco #58 - Disney
Eu vou ser breve, até porque eu to num momento meio disney da coisa que sempre tem músicas fascinantes. Vou colocar o top 3 aqui deles.
Não, não vai ter Lerigou.
Não, não vai ter Lerigou.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Parcimônia Frenética #13 - Raiders Of The Lost Word III
Os caçadores da palavra perdida folheiam tediosamente por livros de referência e documentos antigos, verificando mapas, contabilizando os fundos, buscando estagiários e passagens baratas, e preparando a logística de sua próxima empreitada. Porque arqueologia... Arqueologia é 90% de glúteos na cadeira, cheirar poeira de livro velho, e administrar a pouquíssima quantidade de dinheiro que você ganha com isso.
Mas nós gostamos de assistir Indiana Jones e jogar Uncharted, então não destrua nossa ilusão!
Busque pelo conhecimento. Adquira o poder. Corrompa-se e tenha o controle de todo o estoque de caquis do mundo para que você possa fazer o que bem entender!
A palavra de hoje já foi revelada para todos que podem vir a ler esse artigo, mas mesmo assim vamos fazer isso:
Satsuma
"Mas cara, você fumou? Isso é claramente uma palavra em Japonês!"
Não, seu energúmeno! Se eu estou dizendo que é uma palavra em Inglês, então é uma palavra em Inglês. Não seja um cretino afobado e espere para ouvir minha explicação!
sat·su·ma /ˌsætˈsuː.mə
Esse substantivo curioso foi encontrado pelo vosso mesmo querido locutor num dicionário de Inglês de, atualmente, 31 anos.
E por muito tempo era o único modo para se referir a frutas parentes da nossa conhecida tangerina na América do Norte e Reino Unido.
Bem, é de se suspeitar, obviamente, que ao me deparar com tal termo no dicionário fui imbuído de uma colossal curiosidade. E, portanto, parti imediatamente em pesquisa para desvendar os mistérios por trás desse incomum estrangeirismo na língua inglesa. E, meus caros, existe uma enorme história por trás desse termo particular. Então senta aí que lá vem história:
Por volta de 1876 foi importada para os Estados Unidos de uma antiga província japonesa chamada Satsuma uma fruta que é uma parente do que no Brasil nós conhecemos como tangerina, mas que lá no Japão é chamada de mikan.
Como eles não tinham um nome em Inglês para a fruta, os importadores decidiram chamá-la de satsuma.
Bem, como vocês devem saber, as frutas mikan na verdade vem da China, onde são chamadas de wenzhou migan. Mas ninguém lá nos Estados Unidos estava muito interessado nisso, então quando espécies similares foram trazidas da China os importadores tiveram a ablepsia de chamá-las de satsuma mandarin.
Mas enfim a história segue para uma grande plantação de frutas similares a satsuma na Flórida, que tiveram sucesso comercial após suas primas e que até os anos de 1970 dominaram o mercado. E dizia-se que essas frutas tinham sido importadas de Marrocos.
Agora, meus caros, vocês sabem onde era o maior porto e centro de exportação de Marrocos? Se você disse alguma coisa diferente de Tangier sinto informá-lo mais você claudicou na sua linha de pensamentos.
Mas e então... Tangier. Já perceberam onde quero chegar? Com a popularidade do produto e a história de que tinha sido originalmente trazido de Tangier não demorou muito para que ele fosse comercialmente conhecido como tangerine, que literalmente significa "nativo de Tangier".
Tornaram-se cientes na gigantesca salada de frutas (com perdão do trocadilho) que é a nomenclatura dessa espécie?
Atualmente, todas as frutas similares são vulgarmente conhecidas como tangerine. E é difícil encontrar quaisquer outros nomes nos dicionários atuais. Mas como se tratam de várias espécies diversas da fruta, é possível que algumas pessoas usem mandarin, satsuma, e tangerine para se referirem de fato a coisas diferentes.
Como curiosidade adicional, vale dizer que as satsumas passaram a serem conhecidas na Grã-Bretanha como christmas oranges, pois durante a grande depressão dos anos de 1930 tais "laranjas doces" eram, supostamente, deixadas como agrados natalinos nas meias dos pequenos penduradas sobre as lareiras por serem mais baratas que doces de verdade.
E também que no Japão não haviam laranjas, então quando essas frutas vieram dos Estados Unidos para lá a língua japonesa ganhou a palavra orenji, vindo obviamente do nome da fruta em Inglês: orange.
E é isso aí. Any comments, questions, or complaints?
Referências & Fontes:
- HORNBY, A. S. - Oxford Advanced Learner's Dictionary of Current English, 22ª edição (1985)
- O hábito estranho e perturbado do autor de ler palavras aleatoriamente em dicionários
- http://dictionary.cambridge.org/us
- http://www.thefreedictionary.com/
- Wikipedia
- http://www.thekitchn.com/heres-why-we-put-oranges-in-stockings-at-christmas-holiday-traditions-from-the-kitchn-213985
Mas nós gostamos de assistir Indiana Jones e jogar Uncharted, então não destrua nossa ilusão!
Busque pelo conhecimento. Adquira o poder. Corrompa-se e tenha o controle de todo o estoque de caquis do mundo para que você possa fazer o que bem entender!
A palavra de hoje já foi revelada para todos que podem vir a ler esse artigo, mas mesmo assim vamos fazer isso:
Satsuma
"Mas cara, você fumou? Isso é claramente uma palavra em Japonês!"
Não, seu energúmeno! Se eu estou dizendo que é uma palavra em Inglês, então é uma palavra em Inglês. Não seja um cretino afobado e espere para ouvir minha explicação!
sat·su·ma /ˌsætˈsuː.mə
Esse substantivo curioso foi encontrado pelo vosso mesmo querido locutor num dicionário de Inglês de, atualmente, 31 anos.
E por muito tempo era o único modo para se referir a frutas parentes da nossa conhecida tangerina na América do Norte e Reino Unido.
Bem, é de se suspeitar, obviamente, que ao me deparar com tal termo no dicionário fui imbuído de uma colossal curiosidade. E, portanto, parti imediatamente em pesquisa para desvendar os mistérios por trás desse incomum estrangeirismo na língua inglesa. E, meus caros, existe uma enorme história por trás desse termo particular. Então senta aí que lá vem história:
Por volta de 1876 foi importada para os Estados Unidos de uma antiga província japonesa chamada Satsuma uma fruta que é uma parente do que no Brasil nós conhecemos como tangerina, mas que lá no Japão é chamada de mikan.
Como eles não tinham um nome em Inglês para a fruta, os importadores decidiram chamá-la de satsuma.
Bem, como vocês devem saber, as frutas mikan na verdade vem da China, onde são chamadas de wenzhou migan. Mas ninguém lá nos Estados Unidos estava muito interessado nisso, então quando espécies similares foram trazidas da China os importadores tiveram a ablepsia de chamá-las de satsuma mandarin.
Mas enfim a história segue para uma grande plantação de frutas similares a satsuma na Flórida, que tiveram sucesso comercial após suas primas e que até os anos de 1970 dominaram o mercado. E dizia-se que essas frutas tinham sido importadas de Marrocos.
Agora, meus caros, vocês sabem onde era o maior porto e centro de exportação de Marrocos? Se você disse alguma coisa diferente de Tangier sinto informá-lo mais você claudicou na sua linha de pensamentos.
Mas e então... Tangier. Já perceberam onde quero chegar? Com a popularidade do produto e a história de que tinha sido originalmente trazido de Tangier não demorou muito para que ele fosse comercialmente conhecido como tangerine, que literalmente significa "nativo de Tangier".
Tornaram-se cientes na gigantesca salada de frutas (com perdão do trocadilho) que é a nomenclatura dessa espécie?
Atualmente, todas as frutas similares são vulgarmente conhecidas como tangerine. E é difícil encontrar quaisquer outros nomes nos dicionários atuais. Mas como se tratam de várias espécies diversas da fruta, é possível que algumas pessoas usem mandarin, satsuma, e tangerine para se referirem de fato a coisas diferentes.
Como curiosidade adicional, vale dizer que as satsumas passaram a serem conhecidas na Grã-Bretanha como christmas oranges, pois durante a grande depressão dos anos de 1930 tais "laranjas doces" eram, supostamente, deixadas como agrados natalinos nas meias dos pequenos penduradas sobre as lareiras por serem mais baratas que doces de verdade.
E também que no Japão não haviam laranjas, então quando essas frutas vieram dos Estados Unidos para lá a língua japonesa ganhou a palavra orenji, vindo obviamente do nome da fruta em Inglês: orange.
E é isso aí. Any comments, questions, or complaints?
Referências & Fontes:
- HORNBY, A. S. - Oxford Advanced Learner's Dictionary of Current English, 22ª edição (1985)
- O hábito estranho e perturbado do autor de ler palavras aleatoriamente em dicionários
- http://dictionary.cambridge.org/us
- http://www.thefreedictionary.com/
- Wikipedia
- http://www.thekitchn.com/heres-why-we-put-oranges-in-stockings-at-christmas-holiday-traditions-from-the-kitchn-213985
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