Rodney não estava completamente desacordado, até porque se estivesse Flambarda ia deixá-lo jogado por lá porque ela não o aguenta. Ele do jeito que é certamente foi andando, se escorando nela, pelo túnel entre Saens Peña e Uruguai pertubando-a.
- Caralho. Como é que tu não morreu?
- E eu sei lá! Tô viva já ta de bom tamanho.
- Serião. A gente tem que ver sua cabeça.
- Cala a boca, Rodney.
- Sério mesmo!
- Cala... a... boca Rodney! Porra! Matraca do caralho.
- Nossa, ficou nervosinha foi?
Flam chegou a conclusão que o silêncio seria uma resposta melhor. No primeiro recuo que eles encontraram, ela o largou no chão e se sentou também para respirar. Pra aliviar o barulho, ela colocou o fone de ouvido mesmo que não estivesse tocando nada no celular, porque o barulho dos trens quando começassem a passar certamente seria violento.
- Não vai embora agora? - Rodney perguntou.
- Eu to cansada. Sem falar na dor de cabeça.
- Aqui só vai piorar a dor de cabeça.
- Eu sei, mas eu to exausta, cara. Minhas pernas estão bambas. Eu não vou aguentar andar agora.
- Caralho. Como é que tu não morreu?
- E eu sei lá! Tô viva já ta de bom tamanho.
- Serião. A gente tem que ver sua cabeça.
- Cala a boca, Rodney.
- Sério mesmo!
- Cala... a... boca Rodney! Porra! Matraca do caralho.
- Nossa, ficou nervosinha foi?
Flam chegou a conclusão que o silêncio seria uma resposta melhor. No primeiro recuo que eles encontraram, ela o largou no chão e se sentou também para respirar. Pra aliviar o barulho, ela colocou o fone de ouvido mesmo que não estivesse tocando nada no celular, porque o barulho dos trens quando começassem a passar certamente seria violento.
- Não vai embora agora? - Rodney perguntou.
- Eu to cansada. Sem falar na dor de cabeça.
- Aqui só vai piorar a dor de cabeça.
- Eu sei, mas eu to exausta, cara. Minhas pernas estão bambas. Eu não vou aguentar andar agora.