Era uma manhã de sol no interior do estado do Rio de Janeiro. Tudo parecia normal até que José Eustáquio, um caminhoneiro que estava em direção a BR-116. Tudo estava normal até que ele viu bovinos correndo no asfalto. O som das milhares de patas dos animais ecoava fortemente e ele já tinha escutado-as muito antes de ter visto os animais que pareciam acompanhar a estrada.
Eles pareciam ocupar as duas pistas e seguir o fluxo como se fossem um grupo muito grande de carros. Era particularmente curiosos, e Eustáquio, apesar da carga no veículo, certamente foi atrás. Até porque eles estavam no mesmo sentido.