- Que porra é essa? - Disse o homem
- Você me conta o que você sabe e ganha um boquete. - Flambarda levava seus dedos cada vez mais próximos ao pau do rapaz.
- Eu... Eu...
- Vai? Eu não vou morder, pelo menos não agora. - Ela provocou já dando uma pegada.
- Deixa só eu perguntar. - Ele dizia enquanto desabotoava a calça. - Você acredita em papo de espirito, elemento, e etc?
- O seu filho da puta. - A detetive mudou a mão de apoio para mostrar a destra onde estava a luva.
- Ah, sim. É... Desculpa, eu tô nervoso.
- Tá, eu sei, me conta direitinho enquanto eu faço o meu trabalho aqui. - Ela disse conforme amarrava o cabelo.
O rapaz provavelmente não sabia de tudo, mas sabia de alguma coisa. O trabalho dele e de seus amigos era de preencher o lugar com os elementos fogo e madeira, isso influenciaria as pessoas a serem mais receptivas e mais propensas a realizar atos lascivos. O próprio admitiu que talvez não estivesse tão falante e tão propenso a aceitar a proposta se não fosse o ambiente que eles criaram. Ele explicou que eram 3 equipes de 3 druidas que se revezavam. Sendo que um deles estava lá majoritariamente para relatar para superiores caso acontecesse justamente o que aconteceu.
Ou seja, isso seria relatado. Flambarda visualizou que meio que mandou pro espaço qualquer investigação furtiva acerca do que estava acontecendo. Se o Entrenós ou uma equipe não for atrás dela, pelo menos ela não entra mais na 2a2. Depois de fazê-lo gozar, a detetive buscou um guardanapo do bar para limpar a mão e foi se sentar do lado dele para conversar.